22/03/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto


(...) Em relação ao deputado inglês há um conflito de interesse notório entre a sua posição como deputado e a orientação que dará a um jornal muito lido e com bastante prestígio no mundo. Um deputado pode ter outras ocupações mas não pode haver conflito de interesses. O interesse público quase sempre não tem boas relações com o interesse privado.
Em relação aos deputados portugueses é o exercício de deputado com as famosas sociedades de advogados. (...)

Clube dos Pensadores : Semedo


Semedo 


O Clube dos Pensadores, na comemoração do 11.º aniversário , para além, de políticos , vai ter a presença de Semedo, amigo pessoal de Joaquim Jorge.

Semedo antigo médio do Porto, actualmente treinador-adjunto no Porto era um jogador polivalente muito do agrado de todos os treinadores. Um jogador de equipa que foi 21 vezes  internacional ao serviço da selecção nacional. Foi oito vezes campeão nacional e venceu  uma Supertaça Europeia . Um exemplo de postura, de saber estar e de referência no futebol.

21/03/2017

TIMOR-LESTE TEM UM NOVO ROSTO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA – FRANCISCO GUTERRES LU OLO



 
Daniel Braga 
Depois de 1999 (para o referendo) votei pela primeira vez para as eleições em Timor-Leste. Dei o meu pequeno contributo. Com emoção e alegria. Não é importante a quem dei o meu voto. O importante é que Timor-Leste elegeu em total liberdade e lisura de procedimentos um novo Chefe de Estado. A democracia funcionou em pleno como leram e exprimiram muitos observadores internacionais e portugueses. É necessário agora é que o Presidente eleito - Francisco Guterres Lu Olo – que venceu com cerca de 60 % dos votos (maioria absoluta) seja agora o intérprete legítimo dos anseios que lhe foram confiados e o representante fiel de todos os timorenses e não só de uma fação. Não seja ele apenas o Presidente dos apoiantes da FRETILIN. O cargo de Presidente da República é muito mais do que ser Presidente de um partido político. Tem uma carga de maior responsabilidade como elo de união de todos, sendo uma voz mediadora de conflitos, uma voz apaziguadora de tensões. Tem de ser um Presidente de afetos e de ajuda na resolução dos problemas. Tem que possuir esse valor acrescentado. E penso que o Presidente Lu Olo tem capacidades e virtudes para ser esse pólo aglutinador de vontades, mediando, aconselhando, reconciliando, resolvendo...

Numa sociedade complexa como a timorense, do mais variado leque de sensibilidades, haver na figura do Presidente da República essa noção de que está dotado de um conjunto de prerrogativas fundamentais para o exercício do cargo, podem trazer graus elevados de confiança e de apaziguamento, necessários para que o território continue a fazer o seu percurso. Sem medos, com paz e acreditando a Nação de que é capaz. Só assim se poderá virar a página e conquistar o futuro.

Ainda no rescaldo do Brexit



Após a vitória do Brexit no referendo de 23 de junho de 2016, a Europa ficou sobressaltada e as primeiras reações da União Europeia foram de alguma dureza relativamente ao processo de negociação do divórcio. No entanto, esta decisão de saída constituiu apenas a primeira grande consequência de uma Europa frágil e estática face aos novos desafios que o mundo lhe apresenta.
Agora, a aproximar-se a data em que o artigo 50 do Tratado de Lisboa será ativado, Theresa May tem que acautelar um futuro para o Reino Unido fora da UE. O Reino Unido consegue viver sem a União Europeia, mas também lucrou muito com a adesão – pelo menos a nível comercial –, sem ter tido a necessidade de abdicar da moeda ou da sua particular política externa. Neste último ponto, e nomeadamente na relação com os Estados Unidos, o Reino Unido perdeu. Esta relação remonta ao período pós-Segunda Guerra Mundial, quando foram celebrados vários acordos entre os países que partilham a língua inglesa (Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia), designadamente ligados à cooperação dos serviços secretos e àquilo que ficou conhecido como o clube dos «cinco olhos», em inglês five eyes. Desta forma, os Estados Unidos viam o Reino Unido como uma voz dentro do círculo europeu que zelava indiretamente pelo país do outro lado do Atlântico.
Contudo, o Brexit, encabeçado por Theresa May, assinala apenas o início de uma vaga de populismo com que a Europa se tem deparado. E um dos argumentos dos populistas reside na imigração, apregoada como nefasta para uma nação. Na verdade, a imigração até pode constituir um ponto importante para um país, mas, se isso de alguma forma parecer que prejudica alguém dessa sociedade, nunca será bem digerido por ela. Existe, hoje, o sentimento de descrença em relação ao sistema político, fruto, em parte, de não se conseguir muitas vezes explicar determinadas medidas que se querem aplicar. Quando não entendemos, desconfiamos e muitas vezes não acreditamos no que nos estão a dizer.
O principal problema da Europa assenta na desigualdade. Para a ultrapassar essa desigualdade, sobretudo a económica, tem de haver mais flexibilidade. Recuar e ajustar as políticas é mais frutífero do que mergulhar numa crise que dá azo à formação dos populismos. A moderação recente de Merkel prova que também a Alemanha reconhece o tempo conturbado que se vive na Europa e que, neste momento, não é prudente a inflexibilidade.
Neste momento, anda muito em voga o estudo de um eventual fim do euro. Arrisco-me a dizer que, a curto prazo, nenhum país sairia beneficiado. Em vez de se explorarem terrenos perigosos e incertos, proponho que se invista naquilo de que o populismo se aproveita: a falta de eficácia na comunicação entre a esfera política e a social. É importante aprofundar um diálogo sério mas sustentado numa ação condizente.
Ao longo dos tempos, como nota Robert Skidelsky, prestigiado historiador britânico, a História faz-se de muitas pequenas decisões. Às vezes, as grandes mudanças não são exatamente desejadas da forma como acontecem. Às vezes, nem se percecionam imediatamente essas mudanças. Mas elas acontecem. Hoje, relativamente à Europa, tudo é incerto mas tudo é possível. É preciso agir para que tudo se conjugue da melhor forma, ainda que eventualmente isso possa não acontecer.

Tiago Morgado
estudante de Humanidades

Selecção JJ - Ella Fitzgerald -- Wait 'Till You See Him (De-Phazz Remix) (2005)



Jornal Público




Semanário O Diabo


20/03/2017

Clube dos Pensadores celebra 11.ºaniversário



António Filipe 
Nuno Magalhães

António Tavares 
Paulo Morais
João Semedo 


Manuel dos Santos 




O Clube dos Pensadores (CdP)  festeja no dia 27 de Março pelas 21h30, no Hotel Holiday Inn, o seu 11.ºaniversário.
São 11 anos a reivindicar o valor da conversação e do debate de ideias realizando 114 debates essencialmente sobre política, mas não deixando sempre que pode abordar outros temas da sociedade.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que já esteve no CdP, informou Joaquim Jorge que vai gravar uma mensagem para essa data.

Para este dia Joaquim Jorge convidou Nuno Magalhães, presidente do Grupo Parlamentar do CDS,  António Tavares do PSD e Provedor da SCMP, Paulo Morais ex-candidato a Presidente da República, Manuel dos Santos  eurodeputado do PS, João Semedo ex-líder do BE , António Filipe  vice-presidente do Grupo Parlamentar do PCP.

Faz quase o pleno dos representantes dos portugueses no hemiciclo, só faltam os Verdes e o PAN. Ficará para uma nova oportunidade, assim como partidos que não têm assento no Parlamento : PCPT/MRPP, PPM, PDR, entre outros.

Haverá um momento musical e estará presente Semedo, antigo grande jogador do Porto.

O CdP permite que flua o livre intercâmbio de opiniões, por muito antagónicas e irreconciliáveis que parecem. Acabou por se instituir como espaço público, num confronto de ideias salutar, em que não há verdades absolutas.

O CdP  aconteceu porque alguém se lembrou de o fazer e inventou este formato. É um fórum de debate em que os cidadãos também contam.
Joaquim Jorge sempre se preocupou com o processo, mas nunca com o resultado, deste modo não tem consequências, mas tornou-se uma marca indelével.
Constata que há uma enorme sede de participação dos cidadãos.
O CdP crê que o mérito tem a sua recompensa e acredita na diversidade, multiplicidade de ideias
O CdP é um misto de erudito e popular, em que ler é saber e saber é conseguir compreender.

O CdP já recebeu  Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Assunção Cristas, Catarina Martins, Pedro Passos Coelho e Jerónimo de Sousa, entre outros.

Clube dos Pensadores

Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto


Ao escrever este artigo de opinião, declaro o meu registo de interesses, porque sou parte interessada neste processo, mas com total desprendimento, que fui desinquietado quando o meu telemóvel tocou para este honroso convite.
Ao receber este convite por parte da concelhia do PSD de Matosinhos para ser candidato à CM Matosinhos sabia da vulnerabilidade da sua aceitação. Ser aprovado numa concelhia não é situação sine qua non para ser candidato. Em última instância a distrital ...
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19/03/2017

O Sobressalto Cívico de Joaquim Jorge no meio das Feras



Mário Russo
Tenho acompanhado pela imprensa as peripécias da nomeação de Joaquim Jorge como candidato do PSD às eleições autárquicas de Matosinhos na qualidade de independente. Na verdade não me espanta nada as derivas características dos aparelhos partidários quando são confrontados com alguém independente que até parece que ficam com urticária. O que me espantou foi a tenacidade de quem o convidou em manter o convite a um independente.
De facto o PSD de Matosinhos, que nunca ganhou uma eleição no concelho, dificilmente poderia escolher alguém mais independente do que Joaquim Jorge e ao mesmo tempo um filho da terra, conhecedor da realidade do município e amante da sua terra para liderar um projeto ganhador.
Joaquim Jorge é uma personalidade cuja prática política sem dúvida é merecedora do título de verdadeiro independente, mas não de apolítico. O trabalho por ele realizado ao longo de todos estes anos a serviço de um projeto cívico de reconhecido mérito nacional, o Clube dos Pensadores, credita-o com as qualidades que um líder deve ter, pois aglutina vontades para um projeto, é determinado e tem ideias claras sobre o desenvolvimento municipal, regional  e nacional nos seus vários domínios. Possui uma rede de contacto que nunca pode ser negligenciada num projeto com esta envergadura e tão plural que é. Por outro lado, a sua experiência como docente traz vantagens no desenvolvimento do trabalho através do método, da planificação, do rigor, da experiência na educação e formação e no contacto com a sociedade e suas ansiedades e desejos.
Mas este processo mostra como ainda há uma visão muito redutora e medíocre nos aparelhos partidários, quase sempre sectários e que costumam cozinhar os independentes em lume brando porque têm medo de perder os tradicionais privilégios que as máquinas lhes aportam com os célebres jobs for the boys, com as consequências que conhecemos na qualidade da nossa democracia e na gestão da coisa pública.
É uma tarefa hercúlea ser-se de fora do “sistema” e naturalmente Joaquim Jorge terá essa batalha a travar, caso vá adiante com a candidatura, depois desta guerra surda no interior do Partido que o convidou. Em primeiro lugar porque a estrutura distrital comandada por uma pessoa como Marco António Costa, uma verdadeira personalidade sinistra das catacumbas romanas, não augura nada de muito bom, porque Joaquim Jorge vai contra a corrente. Não é um yes man como esta gente gostaria que fosse. Os métodos intelectualmente desonestos que vão ser utilizados para diminuir e desestabilizar JJ, vão ser mais que muitos, pois está-lhes no sangue assim proceder, sem qualquer escrúpulo.
De facto é pena que ainda não se tenha evoluído nada no campo do ativismo partidário, a bem da democracia e da sociedade. Continuamos com um sistema verdadeiramente incestuoso entre militantes de carteirinha que vão ciclicamente escolhendo quem vai para aqui e para ali,  independentemente das qualificações que as diversas posições possam exigir. Para essa gente o que importa é o servilismo. Quando assim é, a luta é muito maior e eivada de espinhos pelo caminho. Mas é também em épocas de tormenta que emergem os verdadeiros líderes.
A decisão de continuar só pode ser tomada no silêncio da meditação que Joaquim Jorge certamente fará. Os membros do CdP, ou pelo menos a sua maioria, estarão com JJ na sua decisão. Desejo-lhe as maiores felicidades na contenda política que se avizinhará e um desafio a enfrentar que é desalojar a tradicional escolha do campo socialista que o município tem tomado nas últimas décadas.

Tons de laranja no horizonte e mar!


Mafalda Gonçalves Moutinho

” A política ou é a salvação pública ( salus populi ) ou o caminho para a desordem.”
Nas últimas eleições autárquicas a taxa de abstenção rondou os 47%.
Praticamente metade dos eleitores inscritos optou por não se dirigir às urnas.
As pessoas sentem-se cada vez mais afastadas da política e daqueles que nos representam. Arrisco-me a dizer que a classe política é a menos respeitada na sociedade civil.
Fazer política é sinónimo de carreirismo, corrupção e tachismo.
Perante estes preconceitos e estigmas da democracia bafienta em que vivemos pergunto-me o que tem feito a classe política tão preocupada com esta questão em ano eleitoral para reverter isto.
Não basta colocar um autocarro pelo país a pedir ideias ao povo com o orçamento participativo. Pessoas afastadas não participam, porque não acreditam na utilidade da sua participação.
A população está descrente e sem vontade de se informar. Arrisco-me a dizer que a situação no que toca a eleições do poder local piora.
A maioria dos eleitores votantes desconhece os candidatos às suas freguesias. A maioria dos eleitores seria incapaz de nos contar as melhorias que visualizou nos seus municípios nos últimos anos, a não ser as obras infindáveis que decorrem nestes meses que antecedem as eleições autárquicas.
A solução é clara: os partidos precisam de se abrir à sociedade civil, e levar a mesma para dentro de si mesmos. As pessoas precisam de novos rostos, cidadãos de pele e osso que lhes tragam um novo vento de esperança e expectativa.
Foi assim que vimos Matosinhos e a imprensa nacional entrar num autêntico reboliço com a hipotética candidatura de Joaquim Jorge à Câmara Municipal de Matosinhos.
Nunca vi o PSD ser tão falado em Matosinhos como nestas últimas duas semanas.
Nunca vi aliás como possibilidade as cores deste partido substituírem o rosa de toda uma vida que vestiu a autarquia.
Mas a verdade é que esta possibilidade anda na boca das pessoas e mais do que isso as pessoas estão fartas dos escândalos e telenovelas matosinhenses dos últimos anos.
Joaquim Jorge surge na equação como um vento novo e fresco por ser independente.
Infelizmente esta candidatura está envolta em polémica o que uma vez mais prejudica aquilo que as pessoas esperam dos partidos.
As pessoas esperam que as portas se abram para que a democracia se renove.
Já na cidade do Porto parece-me que a escolha sem sobressaltos do PSD foi inteligente. Escolher um candidato independente com um perfil irrepreensível é claramente a solução para levar os eleitores às urnas envolvendo todos os quadrantes políticos.
Em Matosinhos a confirmar-se a escolha da concelhia o caminho promete ser semelhante e eu arrisco-me a dizer que pode vir a ser histórico na terra de horizonte e mar.




JOAQUIM JORGE. O COMBATE POLÍTICO POR UM IDEAL




Daniel Braga 
Considero a partilha do espírito do Clube dos Pensadores, um verdadeiro ato de militância cívica e de vivência do que é ser-se cidadão de corpo inteiro exercendo livremente o direito à opinião em democracia, que se quer pleno e sem restrições. Para se exercer política e falar de política não é obrigatório ser-se militante de Partido. Teremos é que saber discuti-la em espaços como o CdP uma "voz fora do círculo do Poder" que é cada vez mais escutada e ouvida. É preciso continuar a despertar consciências, sem falsos unanimismos, com a diversidade própria de quem pensa pela sua cabeça, mesmo discordando, muitas vezes, de outras opiniões. É esta riqueza que faz do Clube dos Pensadores um espaço único de liberdade e de cidadania cívica. O facto de Joaquim Jorge ter aceitado integrar como independente um projeto político para a Câmara de Matosinhos não pode significar o fim de um projeto e de uma ideia que está consolidada e enraizada no distrito do Porto e em todo o Norte do País e que tanto custou a levantar e a alicerçar. Mas a Joaquim Jorge apresenta-se agora um desafio deveras aliciante: lutar políticamente pela sua terra natal – Matosinhos (é natural de S.Mamede de Infesta) tentando impor e dar a conhecer as suas ideias para o crescimento e desenvolvimento de Matosinhos rumo ao futuro. Esperam-se dias difíceis e de combatitividade árdua, persistente e contínua, sem esmorecimentos, perante adversários duros de roer. Mas Joaquim jorge tem fibra, hercúleo e inquebrantável de pensamento e de actos, invencível no acreditar das suas ideias e da mais valia que pode trazer para o debate político e autárquico da região. O combate ainda agora começou e vai ser longo, muito longo. Esperam-se dias de grande agitação no combate e na discussão política de ideias e de projetos. E Joaquim Jorge estará nessa primeira linha do combate autárquico. Com todos nós a seu lado. Prestando-lhe esse apoio, pois ele merece-o.          E simultaneamente homenageando-o por tudo o que fez pelo Clube dos Pensadores e por aquilo que o Clube representou na prática da cidadania e da liberdade de expressão em Portugal. Há um País antes e outro depois do CdP. Devemos assumi-lo sem vaidades bacocas nem falsos pudores. Por tudo isso meu caro Joaquim Jorge muito obrigado por tudo o que de bom tens feito pelo Clube, mesmo sabendo muitas vezes que a "empreitada" foi deveras difícil e de obstáculos vários. E no dia das eleições lá estaremos a teu lado esperando ver-te ser consagrado como o futuro Presidente da Câmara de Matosinhos. Até lá mãos à obra que a luta vai ser árdua e o combate político que se avizinha longo, muito aceso e preferencialmente com a discussão de ideias / projetos que interessem verdadeiramente ao povo de Matosinhos para que votem em consciência do que é melhor para as suas gentes e para a sua região.

18/03/2017

Jornal de Matosinhos























Uma peça muito bem alinhavada , tendo em conta, a sequência de informação constante de todos os dias. Um relato que espelha muito bem o que se está a passar.
O jornalista José Cameira presta um excelente serviço à comunidade de Matosinhos . O Jornal de Matosinhos continua na sua senda, de qualidade, isenção e imparcialidade que era apanágio do saudoso e decano do jornalismo em Matosinhos , Pinto Soares. 

Braga, cidade bimilenar. Aprender é do interesse da inteligência.



António Fernandes 
Aprender é um exercício constante mesmo quando se ensina.
Ou será que aprendendo ensinando, já deixou de fazer sentido?
Não me parece.
Aquilo que me parece é que quanto mais sabemos, maiores necessidades sentimos em aprender a lidar com esse saber acumulado.
E, como sabemos, a cidade de Braga, Braga simplesmente, sem a sumptuosidade nem a pompa de Augusta, é uma cidade em permanente efervescência.
É uma cidade bimilenar que é orgulho dos seus cidadãos desde sempre.
É uma cidade localizada no centro de um eixo estratégico de confluências várias: transporte aéreo, aeroporto Sá Carneiro e aeroporto de Vigo; transporte por via marítima, porto de Leixões, Viana do Castelo e Vigo; infraestruturas viárias de ligação rodoviária ao Norte da vizinha Espanha; o Parque Natural da Peneda Gerês que se estende para Norte;
É capital de um dos Distritos em que a diversidade, e a biodiversidade também, são um privilégio. Em todos os domínios.
É uma cidade com um património cultural e Humano imponente na simbiose emergente.
É uma cidade aonde aprender ensinando se tornou regra na inovação e no desenvolvimento.
Por isso, quem se julga sabedor de tudo, corre o risco de se afundar na ignorância que o ridiculo provoca.
Foi o que aconteceu com Ricardo Rio e o seu séquito que munidos de sapiência absoluta se atolaram no primeiro obstáculo que enfrentaram: o eco parque das sete fontes. Ou, o eco dos sons com que profanaram a cidade em que nem o apego de fé de conveniência circunstancial disfarçou a duvidosa crença de que são enlevados nas lides da gestão autárquica.

É com a humildade necessariamente reconhecida de que até as pedras de uma qualquer calçada tem algo para ensinar, que um candidato ao Município de Braga saberá que as soluções para a cidade são as que a cidade e as pessoas que nela vivem sentirem em cada momento.
E que é o somatório dessas necessidades que ditará as linhas gerais de uma politica que deve ser de estratégias mas também de prevenção.

Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto



Correio da Manhã




17/03/2017

Acta da reunião em que Joaquim Jorge foi aprovado na concelhia





Esta foi a acta da reunião, em que constam os nomes, que não aceitaram Joaquim Jorge, mas nunca apresentaram alternativa nem se sujeitaram a votos. Sabendo que iam ser derrotados numa atitude revanchista e de mau perder abandonaram a sala. Por outro lado, não conhecem Joaquim Jorge de lado nenhum, nem tiveram alguma relação com ele. Todavia teceram considerações depreciativas e deselegantes sem dar azo a que Joaquim Jorge se pudesse defender.

Estes oito membros da concelhia prestaram um mau serviço à democracia, ao PSD, a Matosinhos . Estes oito membros são os responsáveis perante os cerca de 180.000 residentes em Matosinhos . Como é possível, estar nas mãos destes oito membros, movidos por interesses, amiguismo, comandados pela Distrital!? Estes oito membros da concelhia definem o futuro desta bela cidade e do candidato que pode porventura projectar esta cidade, de novo, em Portugal.

O presidente da Concelhia; José António Barbosa, há muito tempo que lhes deveria ter retirado a confiança política . Pessoas que ele escolheu para trabalharem consigo e que o traíram por ditames da Distrital, a troco de benesses e promessas de lugares.

Fomos informados que três elementos da concelhia, que votaram contra Joaquim Jorge, estão arrependidos e sentem-se instrumentalizados.

CdP













ViVaPorto

PSD Matosinhos



Hoje vem, uma nova notícia no JN, a dizer que a Distrital não aceita a votação do nome Joaquim Jorge realizada na concelhia depois de seguidos todos os trâmites legais. Apesar de muita gente achar que isto é um enredo, uma confusão e uma complicação. É muito importante os cidadãos saberem o que se passa nos partidos são eles que dão acesso ao poder.

Desta vez, veio dar a cara alguém a mando de Bragança Fernandes que foi escolhido por Marco António Costa. Estes e outros saíram da primeira linha e enviam pessoas da "sua mão". Manobram nos bastidores, mas esquecem-se que toda a gente está a ver a "coisa".

Declaro o meu registo de interesses que sou parte interessada neste processo, mas com total desprendimento, que fui desinquietado quando o meu telemóvel tocou para este honroso convite.

Esta questão ultrapassa-me, pois não sou militante do PSD. É um assunto interno de um partido. Mas como alguém que tem uma actividade cívica há 11 anos, em prol do melhoramento da democracia, sua evolução incluindo partidos políticos, tenho alguma autoridade moral para falar.

Apraz-me registar:
1- A Distrital tudo fez para o nome Joaquim Jorge não ir a votação
2 - A Distrital nunca pensou que o nome Joaquim Jorge fosse aprovado.
3- Depois de aprovado, quer que se repita a votação por voto secreto. A votação por voto secreto já foi feita 3 vezes.
4 - Quer que se façam as votações necessárias até o Joaquim Jorge ser derrotado.
5- Ao quererem nova votação tem em mente, de forma ardilosa,  influenciar alguns membros da concelhia para que o nome de Joaquim Jorge não seja aprovado.
6- O Joaquim Jorge nunca foi derrotado na concelhia , empatou sempre e à 4.ª votação com o voto de qualidade do presidente da concelhia venci-a na mesma, mesmo que os seus opositores não saíssem da sala.

Infelizmente a vida partidária portuguesa está cheia de porteiros que decidem quem entra e quem sai, com o devido respeito por essa profissão.

Ainda não perceberam que a opinião pública e a maioria dos militantes do PSD estão do lado da concelhia ( José António Barbosa (presidente), Pinto Lobão (.º vice presidente), Duarte Laranjeira (secretário geral) e os vogais Clarisse Sousa, Gustavo Ribeiro, Pedro Barreira , Fernanda Teixeira e Miguel Silva que faltou) e  de Joaquim Jorge . Desejam e esperam a possibilidade de Joaquim Jorge ser candidato.

A Distrital vai sair muito mal disto, a meu ver, deveria demitir-se por inaptidão, incapacidade, falta de imparcialidade e ingerência num processo que somente diz respeito à concelhia, como lavram os estatutos do PSD.

O que lamento é tantos militantes do topo do PSD que me ligam a dizer que o PSD Matosinhos está com carradas de razão , para não desistir, mas pedem sigilo e têm medo de dar a cara!

JJ

16/03/2017

Opinião de Joaquim Jorge no Record



A contratação de jogadores estrangeiros por parte de clubes chineses à base de somas estratosféricas tem agitado o mundo de futebol nos últimos tempos. É uma loucura!
Carlos Tévez, que jogava na Juventus, pediu para ser transferido para o Boca Juniors, alegando que na vida o dinheiro não é tudo. Ingressou num campeonato menos conhecido e foi ganhar menos dinheiro. Todavia, num ápice, mudou de ideias e foi para o Shangai Shenhua, sendo o jogador mais bem pago no ranking mundia...
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Clube dos pensadores
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Revista Sábado e Visão




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