23/02/2017

LANÇAMENTO DO LIVRO de Hercília Oliveira




CRÓNICAS DAS MINHAS REVOLTAS

Foi uma noite inesquecível, como muitas emoções e sentimentos partilhados.
Muito obrigada ao Joaquim Jorge e Carolina Graça, pela sua presença e apoio em todo o processo. E evidentemente, ao Clube dos Pensadores pois sem a sua existência nada disto se tinha tornado realidade.
Obrigada também, aos "Pensadores" amigos que estiveram presentes e aos que não puderam estar, nos continuaremos e encontrar no Clube partilhando ideias.
A todos os amigos, que  foram  muitos e por isso foi tão especial essa noite, o meu muito obrigada.
Sem eles essa noite não teria tido o encanto que teve.
Essa noite, dizem eles, foi também uma forma de se reencontrarem amigos que não se viam há muito, e descobrir que afinal éramos amigos em comum!
Por isto tudo, essa noite de 18 de Fevereiro ficará para sempre na  nossa memória.

HO








Opinião de Joaquim Jorge no Record



O Sporting, equipa que está bem orientada por Jorge Jesus, carece de mentalidade ganhadora. É um desafio que Jorge Jesus tem pela frente incutir aos seus jogadores. Esta é a mudança mais difícil de conseguir para qualquer treinador. O ano passado o Sporting deu um ar que era capaz, mas não o foi. O jogo do Sporting contra o Real Madrid foi um exemplo, como o Sporting poderia ter vencido, mas tremeu nos momentos decisivos e na ponta final do jogo.
A resposta para falhar em mo...
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O Sporting, equipa que está bem orientada por Jorge Jesus, carece de mentalidade ganhadora. É um desafio que Jorge Jesus tem pela frente incutir aos seus jogadores. Esta é a mudança mais difícil de conseguir para qualquer treinador. O ano passado o Sporting deu um ar que era capaz, mas não o foi. O…
RECORD.PT

O PS-Braga, os jovens, a politica e o voto



António Fernandes 
Braga é uma cidade jovem. Coisa a estudar porque Braga é, uma cidade com cerca de dois mil anos de existência como tal. O que quer dizer que Braga será, das mais antigas comunidades organizadas a assumir liderança no caminho que até hoje nos trouxe em que dificilmente sobreviveríamos sem uma organização eficiente: na gestão dos recursos naturais; na permuta económica; na partilha de experiências; na hierarquização de toda a estrutura politica e social de acordo com a época; na gestão do espaço, do ambiente, da densidade demográfica e outros; na implementação dos meios necessários à vida em comunidade como o são: a ocupação profissional das populações; a educação; a justiça, a habitação; as infraestruturas viárias; assim como o tratamento dos surtos epidérmicos consequentes às fracas condições de salubridade resultantes da concentração, mas que hoje, no nosso Concelho, com uma gestão do Partido Socialista desde 1975 até 2013, a cidade de Braga conseguiu ultrapassar e resolver na totalidade.
Este breve histórico introdutório levanta a questão da cidade jovem porque, como sabemos, a cidade sempre foi uma cidade jovem por motivos relevantes como o são: os índices de natalidade e de mortalidade ao longo dos tempos até à década de 80 no anterior milénio; o nível médio de escolaridade e do conhecimento coletivo que teve uma evolução meteórica desde finais do século passado até à presente data; a evolução da ciência médica consequente; assim como a quarta revolução industrial já em transição para a sua quinta evolução que coloca desafios determinantes às sociedades do presente.
A cidade de Braga tem uma comunidade jovem com peso determinante na quantificação da sua população residente que importa dissecar na justa medida em que parte significativa dessa população é sazonal.
Uma população que se “muda” para a cidade por obrigação dos tempos atuais que são exigentes no grau de escolaridade curricular na variante do mercado de trabalho que é vital para o futuro destes jovens.
Para esta vaga de fixação residente temporária contribuem a Universidade do Minho, a Universidade Católica e outros estabelecimentos de ensino que, instalados na cidade, respondem aos desafios que se colocam a estas gerações e que já foram acima citados. 
Parte destes jovens, oriundos de meios mais pequenos, acabam por se instalar na cidade motivados pelas respostas locais existentes que lhes proporcionam qualidade de vida que nas localidades de onde são originários não tem.
A estes jovens junta-se a comunidade dos jovens locais de que resulta um equilíbrio etário tendencialmente favorável ao escalão abaixo dos 35 anos de idade.
Ora, presume-se, que entre outros fatores – matéria nunca discutida no seio do PS – poderá ter sido na comunidade juvenil. por atingir maioridade e não abdicar de exercer o seu direito de voto, que o PS perdeu as eleições, porque não soube acarinhar este segmento social nem tão pouco comunicar com os citados.
Feito um estudo, ao tempo, sem conteúdo académico, mas sobejamente ponderado, apurou-se que o numero de novos eleitores foi próximo do numero de votos perdidos.
Tendo em conta de que a abstenção se centrou na comunidade adulta e sénior, maioritariamente na “classe média”, agastada com a perseguição aos seus direitos pecuniários e aumento da carga fiscal mais as condições persecutórias dominantes, rompeu com a classe politica, independentemente do ato eletivo e não votou. Nuns casos por descrença absoluta na classe politica e noutros casos por manifesta dissociação para com uma atividade que ajuízam ser-lhes marginal.
Perante este cenário apura-se que o trabalho desenvolvido pelos partidos políticos junto das pessoas, das comunidades e demais órgãos, é nulo por ser desinteressante para os citados, ou, ou inexistente, que é o que acontece quando não estão no exercício do poder.  Trabalho esse a que o PS não pode enjeitar responsabilidades próprias uma vez que dele resultou ter perdido ato eletivo importante como o foi a eleição para a Camara Municipal de Braga.
Desta feita, importa saber se algo tem feito o PS para inverter a situação acima descrita.
Importa também saber se está a capitalizar as movimentações juvenis emergentes que em articulação com a sua comunidade se posicionam para discutir o ato eleitoral que se avizinha e que visa, precisamente, o Município de Braga e as suas Freguesias.
Aquilo que a mim, um simples militante, me parece, é que há condições para recuperar os votos perdidos num vasto universo que vai dos novos eleitores aos abstencionistas, em face do ótimo trabalho que o Governo da Republica aonde pontua exclusivamente O Partido Socialista sob a batuta de António Costa, mais a inercia de Ricardo Rio e de toda a coligação “Juntos por Braga, no Município de Braga.
Condições ímpares num contexto favorável que urge!

20/02/2017

O PS na encruzilhada da educação



António Fernandes 
A descentralização escolar proposta pelo PS é um desafio à nova tutela prevista que serão os Municípios.
É também um desafio aos docentes.
Mas é, sobre tudo, um desafio ao modelo existente assente na centralização, o que obriga ao funcionamento autónomo dos agrupamentos escolares, produzindo os resultados que se conhecem.
Há um caminho tendencialmente dualizante motivado por interpretação individual da Lei, no que concerne ao autarca em exercício, que fará aquilo que bem entender no âmbito da sua interpretação da Lei em vigor no tempo.
Há impactos negativos nas performances das escolas resultantes da descentralização para a alçada dos Municípios pressionados por interesse privado objetivando o lucro, mas também nas suas vontades: política ideológica; económica, reduzindo a despesa;
Este trajecto perigoso pode ser aquilatado também, em condição de alternância governativa, por ser do interesse com caráter prioritário do poder dominante porque a educação é o pilar de suporte da formação do cidadão.
Condição similar na alternância governativa municipal.
Aquilo que terá de acontecer no futuro, que passa pela educação, é a elevação moral e intelectual do cargo de autarca, abandonando a figura do cacique local que manda sem ouvir quem se lhe opõe e se está borrifando para a opinião dos interessados.
Os Concelhos Diretivos não podem ser figuras de retórica servis e sem iniciativa.
O corpo docente tem de interiorizar e trabalhar o novo modelo em defesa dos alunos, da vida escolar no seu conjunto, e dos seus interesses de classe porque se, se isolarem em pequenas "ilhas Concelhias" , o perigo de perderem a sua atual identidade é um risco que se adivinha.
Importa por isso olhar este desafio autonómico como sendo um desafio à sua capacidade de articular o saber em defesa da escola pública contra ideia peregrina de as transformar em empresas produtoras de "crânios" em que os alunos são "cobaias", geridas por economistas, e os docentes operários servis controlados pela hierarquia institucional.
Ou, em tese, a entrega a instituição privada, para minorar a despesa do Município arrecadando mais valia na operação contabilista do haver e do deve.
Ou, em síntese, o empenho expectável da classe docente na entrega e entreajuda profissional de que sempre deram exemplo.

Joaquim Jorge no Jornal É Noticia




19/02/2017

ViVaPorto


Excelente reportagem do ViVaPorto com Irene Mónica Leite
VIVA-PORTO.PT|DE ADVICE

18/02/2017

Matosinhos


Esta sexta-feira comprei o jornal de Matosinhos para ler a peça jornalística feita por José Maria Cameira Cameira. A peça está excelente, bem estruturada e pormenorizada.Por outro lado, para quem não esteve presente no Orfeão de Matosinhos, dá uma ideia muito real do que lá se passou . Todavia tem umas pequeninas imprecisões que não belisca em nada a qualidade da peça- excelente. Eu nunca disse que o PS está em coma , quem fez essa afirmação numa intervenção desassombrada foi Jorge Carvalho . Por fim, eu nunca disse que votava Narciso Miranda , basta pensar que voto em Gaia, e não, em Matosinhos.Fiz referência que é importante analisar as ideias e os programa dos candidatos. Uma nota, para o encontro de Luisa Salgueiro que decorreu muito bem e começou como deve ser: escutar em vez de falar. E, sem a omnipresença de Manuel Pizarro e com autonomia e liberdade. Neste affaire, falta saber como Ernesto Páscoa irá proceder é o joker do PS em Matosinhos.
Aproveito para dizer publicamente que não vou apoiar ninguém , nestas eleições locais, todavia não deixarei de dar a minha opinião sobre o que se passa. A cidadania passa por intervir ao meu nível de cidadão. Tenho pena que não haja uma candidatura independente protagonizada por alguém com um perfil apartidário e apoiada por algum partido, por exemplo, o PSD ou o CDS. Há espaço e tinha êxito no lodaçal actual.

JJ

O PS, a cidade e o futuro



António Fernandes 
- Um candidato que o eleitorado identifique, de forma inequívoca, com o Partido Socialista, precisa - se.-
Enquanto os agentes políticos da direita se entretém a passear o líder e a inventar casos em Lisboa, por cá as coisas continuam na mesma.
A plantação de hipermercados avança ao ritmo das hortas comunitárias sendo que as hortas são bem mais do agrado dos cidadãos.
A Rua Nova de Santa Cruz está ao rubro porque está fechada provocando prejuízos incalculáveis ao pequeno comércio que já se encontrava numa situação difícil face à perda de clientes para as grandes superfícies, e que a obra quando concluída lhes não vai trazer de volta.
Uma obra à medida de alguns interesses que nada resolverá uma vez que o desejado desvio do transito dos transportes públicos para a rodovia com corredores Bus e a construção de uma plataforma de interface dos vários transportes existentes, mais os previstos, não vai acontecer.
Aquilo que vai acontecer é mais um episódio do género "obras de Santa Engrácia"  de fachada por manifesta incapacidade técnica ou de visão política que tenta "enfiar o camelo no buraco de uma agulha" sem qualquer critério paisagista em articulação com o urbano.
O Universo universitário não terá as soluções expectáveis e a mobilidade dos estudantes mais a dos moradores não terá alteração efectiva de benefício.
Terão uma rua diferente mas sem soluções que resolvam o atual caos fruto do aumento da densidade habitacional em que as vias de escoamento de transito são as mesmas há mais de cem anos. Estreitas e sem que tenham sido, ou venham a ser, alargadas.
A Rua 25 de Abril vai "gramar" com mais um hipermercado, sendo de fácil previsão para qualquer leigo a quantidade de transito a acumular ao já caótico em horas de ponta da Escola Secundária Dona Maria,  a desembocar no semáforo que regula o transito no acesso à Rua 31 de Janeiro, e que provocará um aumento desmesurado de transito automóvel sobre o Largo da Senhora A Branca, nos acessos à Rua do Raio, Avenida Central, Rua de Santa Margarida, e S. Vitor.
Resumindo: a somar ao caos existente nas entradas e saídas da cidade instala - -se o caos no centro da cidade.
Uma solução técnica descabida para quem se arvorou em arauto do ordenamento citadino e do território.
Uma treta maior que a cordilheira que contorna a cidade.
O complexo das Sete Fontes levou uma borradela cor de vinho ficando o monumental eco parque entalado na incapacidade política de negociação com os proprietários em favor do interesse público.
O Monte Picoto, visto da cidade, mais parece um morro infestado de vias que não servem ninguém, sem vida nenhuma, e sem que alguma coisa se faça para o tornar num espaço atrativo de lazer e de cultura de forma a que seja uma referência da cidade.
A margem do Cavado Concelhia não oferece condições aos seu utilizadores articulando as diversas estações do ano harmoniosamente. No verão é um pandemónio na única praia fluvial que tem com o mínimo de condições de apoio à sua utilização - Adaúfe -  em que, na única via de acesso, não cruzam duas viaturas uma pela outra, e os espaços relvados são de pouca duração.
Nas restantes estações do ano não há capacidade criativa para atrair as pessoas de forma a desfrutarem de um ambiente saudável e perderem o hábito de se encafuar nas zonas de restauração das grandes superfícies.
A própria cidade carece de dinamização que proporcione condições motivadoras do interesse de quem cá está e de quem nos visita assim como daqueles que procuram um local aprazível para desfrutar.
Braga tem tudo isso. O que não tem é pessoas à altura das responsabilidades políticas para que foram eleitos.
E, quando assim é, pouco mais há a fazer. A não ser esperar por eleições e que delas resultem a mudança para melhor com pessoas capazes e com visão política estratégica para mudar o atual estado das coisas que é incomportável tal é a incompetência dominante.
Neste domínio, o Partido Socialista tem responsabilidade acrescida.
A de apresentar um candidato a Presidente da Câmara com experiência e conhecimento de todos os dossiês transitados e a criar, e uma equipa que não deixe sombra de dúvida sobre a sua competência e capacidade para assumir os pelouros e dar garantias ao eleitorado que vai cumprir com as obrigações assumidas na plenitude da função, com dignidade.
Este desafio que é colocado ao Partido Socialista é um desafio adulto.
É um desafio que exige maturidade mental e maturidade política para gerir a terceira cidade do País aonde aquilo que foi feito não limita nem coarta tudo aquilo que há a fazer.
Desde logo o estudo para um desenvolvimento em consonância com as tecnologias disponíveis conducente a uma cidade com respostas, segura, agenda, equilíbrio, inclusão, roteiros, comercio, turismo, estadia, sinalização, e demais serviços, de fácil acesso, em que a articulação viária e o transporte público sejam a tónica e as plataformas de dados o meio.
Porque para o Partido Socialista, as cidades inteligentes são o futuro.
A comodidade de quem está e de quem vem por período de tempo, tem implicações complexas que importa gerir de forma eficaz.
A sinalização electrónica de destinos; horários; tempos de espera por atraso; controlo de tráfego; serviços disponíveis e a sua localização; que transporte utilizar; e outros; assim como a informação sobre o que a cidade tem para oferecer, são dois pilares essenciais para quem está de passagem. Serviços de abrangência tecnológica centralizada a que um servidor responde com facilidade para os diversos interfaces de destino intermédios e destes para os terminais fixos e moveis com aplicação de utilização para telemóveis e outros equipamentos informáticos.
A casa inteligente já é um modelo de habitação comprovado na facilitação ao seu proprietário de poder, à distância, coordenar as funções que lhe proporcionam qualidade  de vida e de segurança, para si e para os seus, de controlo individual, a partir de função instalada no seu telemóvel.
Esta evidência clarifica a necessidade futura da coordenação de uma ampla margem de serviços para a qual a clarividência política tem de estar preparada.
Não basta querer. É bem mais importante, saber, e fazer!
Daí a alusão a um candidato com experiência e conhecimento.
Condição imprescindível para iniciar trabalho. Porque a assim não ser, acontecerá como ao atual edil: porque não sabia, esteve um mandato a aprender o que, e como, fazer.
A questão central é a de que o eleitorado não pode esperar por outro mandato para que lhe resolvam o atoleiro em que transformaram a sua vida na cidade. Um atoleiro que as festas não disfarçam e muito menos resolvem.
Os parques industriais necessitam urgentemente de um repensar as condições em que foram construídos, a necessidade de equipamentos de apoio, as redes de transportes e os horários existentes, de forma a que surjam condições para a instalação de novas empresas que criem novos postos de trabalho.
A atracão de investimento externo é de vital importância para combater o desemprego que grassa na cidade.
A concertação de candidatura a apoios comunitários a projetos municipais visando a recuperação e requalificação de imóveis vários é urgente mas que sem pessoas qualificadas e competentes não tem pernas para andar como foram os casos em que os apoios se goraram no atual mandato.
As valências de incubação de empresas devem ser monitorizadas para o reforço desse serviço.
Há, na gestão de um Município, uma quantidade enorme de tarefas a desempenhar a que acrescem as que a transferência de competências do governo para os municípios trouxer.
Por isso, mais uma vez, reforço a ideia de que o candidato a Presidente da Câmara Municipal de Braga do Partido Socialista não pode ser um inexperiente por dois motivos: o primeiro motivo é que perde a eleição por mais votos do que a diferença verificada em 2013; o segundo motivo é o de que ao perder a eleição prejudica seriamente o partido em todas as futuras eleições. Legislativas e Autárquicas.

O candidato deve ser uma figura que o eleitorado identifique de forma inequívoca com o Partido Socialista.
Lhe reconheça perfil de liderança e de capacidade e competência.
Apresente um programa moderno para uma cidade que se quer moderna, inclusiva, e na senda das cidades inteligentes do futuro!

16/02/2017

À atenção da CM Gaia : Cabo - Mor



Jacarandá 


Em virtude do temporal, e com a queda de árvores, provavelmente a CM Gaia decidiu verificar árvores na zona onde moro e podá-las. Todavia , os funcionários da CM Gaia escusavam de ser tão incisivos com um Jacarandá , uma árvore belíssima que dá sombra no Verão e muita bonita por ser imponente e majestosa. Os técnicos, ou desconhecem de que árvore se trata, ou porventura, nem se deslocaram ao local dos cortes e verificar in loco, o que se         estava a passar.

Não havia necessidade de realizar cortes tão profundos. Talvez algum funcionário precise de lenha para o seu fogão de sala. Temo que ainda vão abater a árvore

Por outro lado , noutra zona próxima em que se localiza a Escola Primária há pinheiros lindíssimos que dão beleza e enquadramento paisagístico à zona.Esperemos que não comecem a cortar a torto e a direito.

 Estas situações fazem-me pensar que o poder faz o que quer e lhe apetece sem consultar a quem de direito: os moradores da referida zona


Os cidadãos que  vivem numa zona são os mais interessados e habilitados a dizer o que é preciso nesse local e o que se deve fazer ou não se deve fazer. Sobre árvores, lixo, limpeza, luz, passadeiras, segurança, etc.

Mas não! Faz-se as coisas de uma forma intrusiva e que provoca, pelo menos em mim, uma sensação, de desconforto e intromissão de estranhos que vêm dar uns palpites onde eu moro.

Sempre lutei por uma política de proximidade, em que se escute os cidadãos de uma zona , antes de se fazer o que quer que seja.

JJ




POLÉMICA NA CGD: A VINGANÇA



Mário Russo
A CGD é uma instituição financeira pública da maior relevância para Portugal, que nos últimos anos tem sido muito mal tratada por gestores incompetentes, como se pode constatar com alguma facilidade, para agradar a clientelas políticas do arco da governação.
A má gestão obrigou a uma recapitalização porque o desvio de dinheiro para amigalhaços que não pagaram e nem tinham competências para desenvolver seja o que fosse com tão chorudas verbas, fazia prever. Daí a necessidade de mudar a gestão para pessoas com competências na área financeira e não mais jobs for the boys.
Todos acompanharam as peripécias, mal contadas, da nomeação de António Domingues, que saía do BPI para governar o banco público. Um gestor com provas dadas. Começou por não se perceber o silêncio de António Domingues no que toca à obrigatoriedade de apresentar as declarações de rendimentos, como se estaria a esconder algo imoral. Assim deixou-se cozer em banho-maria, invocando um acordo com Mário Centeno para que não fosse necessário apresentar as referidas declarações.
Mário Centeno deve mesmo ter feito acordo com Domingues, por total inabilidade política e falta de experiência nestas andanças, mas foi-se desviando desse compromisso quando verificou que tinha-se excedido nas promessas. Sai Domingues e entra Paulo Macedo, um gestor com gabarito e provas dadas, a que se junta Rui Vilar, uma sólida personalidade que já geriu a CGD com sucesso.
Parecia que a polémica tinha acabado, mas foi puro engano. A vingança de Domingues está a ser servida a conta-gotas. Agora sai uma notícia de um SMS, amanhã sai outra para confirmar alguma peça de defesa de Centeno.
Há muito tempo que não se via uma novela “mexicana” deste tipo em horário nobre. Domingues, cínico como não podia ser melhor, no seu ar cândido vem dizer que não revela o teor dos SMS, mas os seus assessores vão revelando. Agora diz, se a CPI exigir, que revela para não incorrer em crime de desobediência. Cinismo a tal nível só em filme de 2ª categoria ou em novela mexicana. O ódio é absolutamente visível. E disso se aproveita o PSD e CDS, para quem os resultados macroeconómicos obtidos pela geringonça, que até vergaram a Comissão Europeia, de nada valem, e um caso destes é ótimo para desviar a atenção.
Com efeito, os deputados do PSD e CDS estão a cair em cima de Mário Centeno como urubus sobre carniça, que só o vão largar quando este estiver prostrado no chão. Nada mais interessa e o país não tem mais problemas que não sejam ver Centeno num “caixão”. É a vingança dos políticos que perderam o governo de forma, dita por estes, “ilegal”.
Vaticino que Centeno vai mesmo cair, pese embora o suporte do PM e do PR, diante da guerra desenfreada que o bando de urubus vai continuar cada vez mais a fazer, com o apoio incondicional do cínico Domingues.
É um espetáculo medonho protagonizado pelos políticos envolvidos e pelo gestor financeiro preterido, que revela incompetência, mentira, falta de escrúpulos, cinismo, canalhice. É um “belo” retrato deste Portugal moribundo e sem valores.

HUGO SOARES não dignifica Braga




António Fernandes 
Aquilo que de pior se pode fazer a partir desta nossa cidade de Braga, por deputado eleito por Braga, membro da Assembleia Municipal de Braga, membro do PSD local com responsabilidade nacional, é difundir ideário de inquirição que mais parece de perseguição à boa maneira dos métodos utilizados por regime de má memória e dos seus Tribunais Plenários que fizeram história no tempo.
Hugo Soares quer enxovalhar o Sr. Ministro das Finanças seja de que forma for.
Não lhe importam os factos: a CGD já tem uma Administração.
Tenta, de novo, porque a operação que montaram em torno do Sr. Ministro da Educação não resultou, abalar um Ministério para chegar ao Sr. Primeiro Ministro, como se conclui do inquérito que anunciou em nome do PSD, e desta forma pressionar uma remodelação no governo que dificulte o entendimento com a Esquerda.
Esta conduta que revela resquícios de um tempo, em que provavelmente ainda não era nascido, apontam perigosamente para uma realidade nacional: a de que há na actividade política pessoas ansiosas por um regime de ditadura tão só porque não fazem a mínima ideia das consequências dessa vontade.
O Sr. dr. Hugo Soares, nosso conterrâneo, já nos habituou ao que de pior as movimentações de algumas pessoas na actividade política tem.
Esta, a da coação psicológica por inquirição, é, mais um dos lados que nos mostram aquilo que pensa o citado e o partido de que faz parte sobre as liberdades individuais, assim como, aquilo que Ricardo Rio, atual presidente da câmara de Braga, pensará também e por isso o clima laboral e social existentes.  uma vez que o citado lhe é próximo e foi a partir de Braga que anunciou o que disse custando a crer que não se tenha aconselhado com os seus pares na cidade.
Ora, a cidadania Bracarense, que foi martirizada pela emigração e pela guerra colonial, não se revê naquilo que o Sr. dr. Hugo Soares proferiu sobre perseguição política a um Ministro que tem dado mostra de competência num Governo que tem cumprido aquilo que prometeu, coisa simples que o Governo anterior não fez, tendo mentido descaradamente ao eleitorado e, por isso foi penalizado, não tendo sido reconduzida pela via eleitoral a maioria PSD/CDS.
Tendo mentido na Legislatura anterior, a maioria de então, não só não se demitiu, como ainda hoje não reconhece ter mentido em campanha nem sequer que continuou a mentir na governação para impor a austeridade com que nos premiou, como continua a mentir ao não dizer com franqueza aquilo que pretende: criar condições para derrubar o atual Governo; privatizar a CGD; acabar com o ensino publico; acabar com o Serviço Nacional de Saúde; promover políticas que provoquem instabilidade social; e outras.

Uma estratégia internacional concertada em que a eleição de Trump e o Brexit são o pico visível de um iceberg que tenta desestabilizar o mundo civilizado visando o retrocesso civilizacional que já conseguiram nos países islâmicos e periféricos, tentando ferir de morte o seu pulsar que é, a designada por Europa Ocidental, através do controlo politico da sua governação.
Uma luta dantesca entre a democracia representativa e a ditadura que submete e subjuga. Tenha a forma politica que tiver e o rótulo partidário de conveniência para encobrir que entender.

Joaquim Jorge no Jornal É Noticia