21/07/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto


Em Portugal o absolutismo bem-pensante comanda a vida política portuguesa, mas este unanimismo é suspeito. Parece que se comete sacrilégio por criticar os ciganos.

Gaia: o reverso da medalha



Jardim do Morro

Jardim do Morro

Cabo Mor 

Cabo Mor 

Cabo Mor 

Cabo Mor 


A CM Gaia apresentou há uns meses o projecto de requalificação do Jardim do Morro. O investimento rondou os 500 mil euros e está inserido num plano sustentável de reabilitação. Boa medida para quem nos visita e para quem mora em Gaia. Ficou muito bem.

Todavia, noutro local nobre da cidade de Gaia,  junto ao Largo Soares dos Reis, perto de escolas, o panorama é o reverso. Não é por falta de inúmeros pedidos para a CM Gaia , junto à vereadora do Ambiente Mercês Ferreira, assim como, ao vice -.presidente Patrocínio Azevedo alertando para estas situações . Para piorar as coisas iniciaram uma obra na rua e não a acabaram. Enfim!

Não escrevo estas linhas com prazer e não sou nenhum delator . O asseio , a limpeza e a beleza paisagística aplica-se a toda Gaia.

Já sei que vão dizer, "lá está ele a atacar o presidente de Câmara" e "tem a mania". Defender o bem comum não deve ser um capricho de alguns e querer pegar. Neste caso , protesto depois algum tempo passado e nada se modificou . Os cidadãos têm o direito a viverem numa zona cuidada e sem buracos na rua.

Continuo como cidadão, que reside em Gaia, a reivindicar o respeito pelo espaço público, não só, em zonas turísticas e para fazer manchetes de jornal em período eleitoral.

JJ 

20/07/2017

Selecção JJ - She & Him - This Girl's In Love With You (Audio)



Opinião de Joaquim Jorge no RECORD


Roger Federer, ao vencer oito vezes em Wimbledon e ao conquistar o 19.º título Grand Slam, tornou-se alguém muito especial, para além da lenda viva que já é.
Não só é o maior campeão em Wimbledon, como é o maior tenista de todos os tempos, para muitos.
A 8 de Agosto faz 36 anos, mas esperamos continuar a vê-lo explanar o seu perfume, o seu toque de raquete, a sua elegância, as suas jogadas únicas, que fazem encher um court de ténis jogue onde jogar.
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Roger Federer, ao vencer oito vezes em Wimbledon e ao conquistar o 19.º título Grand Slam, tornou-se alguém muito especial, para além da lenda viva que já é.
RECORD.PT

19/07/2017

Os partidos políticos são os seus militantes!



António Fernandes 
Um partido político que enjeita a colaboração dos seus militantes ativos recorrendo a pessoas que ao não se filiarem nele estão a dar sinal inequívoco de que não é por esse partido politico que sentem estar representados os seus interesses, deixa de ser um partido politico para passar a ser um grupo de pessoas que se servem desse partido para não terem o trabalho de ter de executar o procedimento previsto na Lei a fim de poderem apresentar uma candidatura a Órgão Autárquico.
Este procedimento em que há cumplicidade na duplicidade do critério político porque se esconde por de trás do principio estatutário uma autentica farsa a pretexto de uma abertura ao cidadão considerado simpatizante e a outros que lhe não nutrem simpatia nenhuma mas que lhes dá jeito, a composição das listas de candidatura.
Esta conduta das cúpulas dirigentes esvazia o conteúdo ideológico e esvazia os próprios partidos que já só servem como meio para contornar a Lei eleitoral que impõe regras eletivas aos partidos e aos grupos de cidadãos.
Enfrentam assim, os partidos políticos, um déficit estrutural que nos mostra a sua fragilidade operacional e a inexistência de lideranças capazes em os organizar em torno dos mecanismos legais de que dispõe de forma a garantir aos seus militantes e apoiantes o respeito devido aos princípios que seria suposto defenderem.
Em pleno século XXI apura-se que a representatividades politica partidária é nula e que as suas politicas são ocasionais e submissas.
As suas estruturas locais resultam de acordos de convergência de interesses e o poder navega à vista das conveniências de clãs.
Talvez por isso o cidadão não nutra qualquer simpatia fidelizada a qualquer partido politico e siga caminho de animosidade uma vez que os seus interesses comuns não são defendidos.
Perante este cenário que desvirtua o principio da organização social em torno dos partidos políticos torna-se imperioso discutir a sua essência e representatividade e em consequência disso a sua própria existência.
Ou então, proceder à reorganização do formato politico partidário retirando-lhe o fundamento ideológico.
Ou... pela via do Estatutariamente estipulado questionar tudo aquilo que dá corpo aos atuais corpos dirigentes dos partidos políticos refundando o principio da forma e do projeto político que defendem como modelo de organização social.
A agonia em que os partidos políticos existentes se encontram é por demais evidente no resultado eleitoral em que, a abstenção lhe serve de barómetro.
Um indicador incontornável do divórcio existente entre os partidos e os cidadãos. As pessoas. A sua essência e razão de ser.
Um divórcio de interesses, entre quem dirige e quem dá corpo à organização levando para o seu interior aquilo que são os interesses e as necessidades das pessoas. 
Porque, sem pessoas, não há necessidade nenhuma de partidos políticos!

Jornal É Noticia


























Jornal É Noticia

17/07/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto



Não tem mal nenhum aceitar convites para ir ao futebol, mas depende de quem os oferece e de quem os aceita. Por exemplo, a mim, ou aos ,meus amigos do FB ou do blogue, ninguém ofereceu bilhetes para ir ao Euro 2016.

15/07/2017

14/07/2017

ABC DA POLÍTICA PARTIDÁRIA E IDEOLÓGICA






António Fernandes 
Tenho para mim que o alcance do verbo e da palavra naquilo que temos como sendo a discussão politica se deve reger pelas mais elementares regras de bom senso.
Bom senso que passa pelo respeito que devemos ter para com todos os nossos adversários políticos, independentemente da sua orientação ideológica, desde que se enquadrem no espaço social das democracias como tal reconhecidas e de acordo com a Carta Internacional dos Direitos Humanos / Declaração Universal dos Direitos do Homem que no primeiro considerando do seu Preâmbulo e no seu primeiro Artigo, diz o seguinte:
- “Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;”
- “Artigo 1: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
Nesse sentido, a abordagem de toda e qualquer discordância deve ser assumida com altruísmo, contrapondo a nossa razão, que pensamos mais correta por estar em consonância com a razão de um maior numero de cidadãos na defesa de pontos de vista e de interesses comuns, e por isso da comunidade em geral. De aonde devemos sustentar aquilo que sobressai em favor do individual; do compadrio; da subserviência; do favor; da vaidade desmedida; da prepotência; e demais formas que violam os princípios acima enumerados.
Daí que, a razão conclua: de nada adianta a alguém colocar-se em bicos de pés porque não é por isso que fisicamente vai crescer; de nada adianta a alguém insultar outrem porque o insulto tem orelhas moucas; de nada adianta maldizer outrem porque a maledicência gera sempre animosidade; de nada adianta falar alto para outrem porque esse outrem não é mouco; de nada adianta querer ser diferente de outrem quando o resultado é ser, para pior; de nada adianta andar em sentido contrário ao senso comum quando se sabe que é esse senso comum que dita as regras da conduta daquilo que deve ser a razão superior que põe em causa as razões incomuns de alguns.
A peleja entre organizações politicas partidárias deve por isso cingir-se aos objetivos que visam: O modelo de sociedade que preconizam; o suporte ideológico com que fundamentam esse modelo; as garantias que o modelo preconizado assegura aos cidadãos comuns; naquilo que toca ao posicionamento politico dos interesses, segundo os padrões estabelecidos, dirimir  argumentos condizentes e, convincentes!
Não seguir estes procedimentos é não saber estar na politica e, pior do que isso, é prestar um mau serviço a uma causa nobre que para além da sua função civilizacional – a da organização das sociedades – visa também, a defesa intransigente de valores e de referências que fazem com que a vida de todos possa ser melhor. Mais equilibrada. Mais Justa. Mais fraterna. Mais feliz!

NADA É POR ACASO...




Hercilia Oliveira 
É sabido, que António Costa sempre usou de artimanhas para obter o que quer que seja.
Há quem ache que ele tem a qualidade de grande negociador e de político com grande capacidade de negociar.
Pois eu acho, que as suas ditas qualidades não são mais que habilidades e malabarismos  que quando conseguidas têm um  tempo de duração muito limitado
Algumas vezes, deu um pontapé no traseiro do personagem que ele queria tirar da frente e aparecer ele como o chefe do grupo; basta lembrar o que fez ao António Seguro, e mais recentemente a Pedro Passos Coelho.
E sempre que o faz, sendo agora mais visível devido ao cargo de primeiro-ministro, sempre foi para tirar vantagens  pessoais e nunca pensando no país.
E, quando em 2015 viu e sentiu a maior derrota que algum dia tinha sofrido, vendo ganhar o adversário que ele pensava ser  mais que certo iria perder, e levou com uma derrota que poderia ser-lhe fatal, António Costa não hesitou.
Não hesitou, e logo tratou de arranjar um meio de dar a volta ao resultado que não lhe agradava e criou uma geringonça.Tem sido à custa dessa artimanha chamada geringonça que tem sobrevivido.
Mas..., o tempo e a justiça de "UM" que não dorme, por vezes demora, mas não falha!
E então, eis que o diabo não veio! Não veio mas mandou directamente o inferno...! Era mais rápido.
O inferno lhe deu:
Um incêndio inédito
Um roubo de armas inédito
Uma crise no exército inédita
Quantas vezes, António Costa se deve ter arrependido e pensado, que se não tivesse usurpado o lugar que não lhe estava destinado, tudo isto podia ter caído no colo de Pedro Passos Coelho!
Podia, lá isso podia..., mas nunca vamos saber se aconteceria!
E não vamos saber nem se isso seria provável, pois são vários os desígnios que nos regem e que nos estão destinados, conforme os caminhos que escolhemos.
Mais tarde ou mais cedo, é este o destino de todos os usurpadores. Pode demorar, mas não falha.