19/11/2017

Joaquim Jorge no JEN



O PSD sempre teve facções e ódios de estimação. Por isso, diz-se que o PSD é o partido mais português de todos, pois, é o único que representa melhor a forma de ser dos portugueses.
A dialéctica do ressentimento segue a lógica do escárnio e maldizer que leva a um discurso, em vez, de criar pontes cria paredes. O PSD precisa de tudo menos de uma catarse colectiva sob o guarda-chuva do absurdo.
Os candidatos devem falar com os militantes como pretendem o PSD no futuro e governar Portugal. Como vão mobilizar os militantes do PSD, muitos estão desinteressados e apáticos, envolvê-los na actividade política. Conseguir converter essa energia em poder político.
O desafio é produzir mudanças desejáveis. A melhor maneira é uma campanha com elevação e boas ideias. O PSD tem que fugir da lama da política. Os ataques pessoais não levam a lado nenhum.
Modernizar o PSD: os seus métodos de recrutamento e reformular a sua organização. Explicar como pode melhorar a sua posição, para ser merecedor da confiança dos portugueses que deseja governar.
Só depois de restaurar essa confiança e deixar de ter o rótulo  "partido da austeridade", poderá aspirar a ser poder. Os portugueses estão fartos de endeusados, primorosos, pavões, senhores perfeitos e intocáveis.
O PSD tem, por um lado, um problema de aceitação: aceitação entre si e dos portugueses. Por outro lado, tem um problema de actualização: actualização interna e na forma de fazer política e comunicar.
O PSD tem que voltar à social-democracia e apresentar um projecto coerente, em vez de se perder em ambiguidades que o podem conduzir à irrelevância.
Estas eleições internas do PSD mostram uma nova táctica de alguns dirigentes do partido, que dominam, impõem e decidem nos bastidores, há anos. Evitam aparecer ao lado dos candidatos: Pedro Santana Lopes e Rui Rio.
Sabem que não são bem vistos e que só prejudicam a imagem do candidato. Contudo tornam-se invisíveis, mas continuam a mexer os cordelinhos nos bastidores e na sombra.
A nossa democracia e os partidos têm algo sui generis: tem gente que não pode aparecer, todo o mundo os conhece e sabe do que são capazes, mas continuam a influenciar e a mandar por interpostas pessoas.
São aquilo a que eu chamo os "camaleões" - mudam de cor para passarem despercebidos e poderem sacar os seus desígnios e defenderem-se dos olhares indiscretos. O PSD, nesta fase, precisa de tudo menos de camaleões.
Como diz Moisés Naím: "O poder já não é o que era". E, para se chegar ao poder tem que se ser inovador, criativo e pensar a política de outra forma.
Rui Rio é sóbrio e calculista, Pedro Santana Lopes é emotivo e exuberante. Está a ser uma luta renhida e interessante, quotas de militantes à parte…

17/11/2017

Sondagem





PS tem vantagem de mais de onze pontos em relação ao PSD, mas desce em relação a Outubro. O mesmo acontece com BE e CDU. 
São as conclusões do barómetro de Novembro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC.

As coisas parece que estão a mudar.

ASSOCIAÇÕES INDUSTRIAIS , COMERCIAIS E AGRO-PECUÁRIAS





DEVERIA  SER OBRIGATÓRIO  ÀS  ASSOCIAÇÕES  EMPRESARIAIS  QUE  AS  EMPRESAS  REGISTADAS   EM   SEU PORTFÓLIO   APRESENTEM  ANUALMENTE  UM PARECER   EMITIDO PELAS INSTITUIÇÕES   DO GOVERNO  PROVINCIAIS  ,     “AGT” ,  “MAPESS”   E LEGALIDADE DO ALVARÁ  FEITO  PELA  INDUSTRIA OU COMÉRCIO  CONFIRMANDO  QUE ESSAS  EMPRESAS  SÃO   CUMPRIDORAS  DE  SUAS  OBRIGAÇÕES  INSTITUCIONAIS PERANTE O GOVERNO  E  PERANTE  A  SOCIEDADE  CIVIL .
ESTA  LISTA DAS  EMPRESAS   ASSOCIATIVAS     REPRESENTATIVA  E  LEGALIZADA  ANUALMENTE  DEVERIA SER UM DOCUMENTO PERMANENTE OBRIGATÓRIO  A  SER  APRESENTADO SEMPRE QUE NECESSÁRIO  AOS ORGANISMOS  COMPETENTES  PARA CONFIRMAÇÃO DA REPRESENTATIVIDADE  DA  ASSOCIAÇÃO .
TODAS  AS  ASSOCIAÇÕES  DEVERIAM    APRESENTAR UMA  LISTA ANUAL   DOS  ASSOCIADOS  COM O  PARECER DA  “AGT” , DO “MAPESS”  E  DA INDUSTRIA  OU COMERCIO  PROVINCIAIS  E  ESSA  LISTA  DEVERIA  SER  PUBLICA  E  DEVERIA  SER  AFIXADA  À  ENTRADA  DE CADA  ASSOCIAÇÃO  .
UMA  EMPRESA  É  UMA  INSTITUIÇÃO MUITO IMPORTANTE E  PRECISA  DE  SE  APRESENTAR  DEVIDAMENTE  LEGALIZADA  PARA  TER VOZ  ACTIVA  DENTRO DA  SOCIEDADE  E  ASSUMIR  RESPONSABILIDADES  .
NÃO FAZ  SENTIDO   QUE  HAJAM  ASSOCIAÇÕES  EMPRESARIAIS  A  DIZEREM    QUE  TÊM  MUITOS  SÓCIOS  MAS  NA  REALIDADE  A  GRANDE  MAIORIA  DESSES  SÓCIOS  SÃO  APENAS  NOMES   QUE NÃO  CUMPREM  COM OS REQUISITOS  MÍNIMOS  DE  EMPRESAS LEGAIS  PERANTE O ESTADO  ANGOLANO E PERANTE  A  SOCIEDADE  CIVIL .
MUITOS  PRESIDENTES  DE ASSOCIAÇÕES  FALAM   QUE  SUAS  ASSOCIAÇÕES  SÃO REPRESENTATIVAS  MAS  SERÁ  QUE  REPRESENTAM  AS   MELHORES  EMPRESAS ?
QUE  INTERLOCUTORES ASSOCIATIVOS   SÃO  ESSES  ?      O GOVERNO PODE RESPEITAR  INTERLOCUTORES  QUE  NÃO SEJAM  REPRESENTATIVOS ?  QUAIS OS INTERESSES  A  DEFENDER ?  HÁ RESPONSABILIDADES ?  OU HÁ OUTROS  NÃO  CLARIFICADOS  ? 
NENHUMA  ASSOCIAÇÃO   QUE NÃO SEJA  REALMENTE  REPRESENTATIVA   DAS  MELHORES  EMPRESAS  PODE  APRESENTAR-SE  PERANTE O GOVERNO  DE UMA  FORMA  SÉRIA  E  RESPONSÁVEL  POIS  O  GOVERNO  TAMBÉM  SABE OU DEVERIA  SABER   SE  UMA  ASSOCIAÇÃO É  REALMENTE  REPRESENTATIVA  OU  AS  SUAS  DIRECÇÕES  QUEREM  APENAS  APARECER POLITICAMENTE ?  .
DEVE  HAVER OBJECTIVIDADE E  RIGOR  NESTA  QUESTÃO ASSOCIATIVA   SENÃO O GOVERNO  CONTINUA  A LIDAR  COM INTERLOCUTORES  NÃO REPRESENTATIVOS .  
UMA  ASSOCIAÇÃO  NÃO PODE  REPRESENTAR AO MESMO TEMPO OS INTERESSES  DA   AGRICULTURA ,  AGRO-PECUÁRIA , INDUSTRIA  ,   COMERCIO  E  TODAS  AS  ÁREAS .
UMA  ASSOCIAÇÃO QUE  DIZ  SER  REPRESENTATIVA  DE  DIVERSAS  ÁREAS  ,  INDUSTRIAL , COMERCIAL ,  AGRÍCOLA  E  AGRO-PECUÁRIA  ,     PARA TER UMA REPRESENTATIVIDADE REAL  DEVERIA  SER  REPRESENTADA POR  SUB-ASSOCIAÇÕES INDEPENDENTES  REPRESENTATIVAS  EM CADA  ÁREA  E  MESMO  ASSIM  HÁ SEMPRE  RISCOS  DE   INTERESSES  CONTRADITÓRIOS E  CONFLITUOSOS .
UMA  EMPRESA  QUE TEM SEU  FOCO  NA  SAÚDE PÚBLICA  NÃO TEM OS MESMOS INTERESSES  DE  UMA  EMPRESA   QUE   APENAS  DESEJA  VENDER BEBIDAS  ALCOÓLICAS  OU   GASOSAS  COM  AÇUCARES  .
UMA  EMPRESA  QUE  APENAS  DESEJA  VENDER  PRODUTOS  CUJA  QUALIDADE  ALIMENTAR É  DUVIDOSA NÃO TEM OS MESMOS  INTERESSES  DE  UMA  EMPRESA   COM  PREOCUPAÇÃO  SOCIAL.
É  NECESSÁRIO  QUE  AS  ASSOCIAÇÕES TENHAM  EM  CONTA  O INTERESSE  PARTICULAR DE CADA  EMPRESA  PARA  PODER  AGLUTINÁ-LAS  NUM INTERESSE  COMUM .
É PRECISO HAVER UMA REPRESENTATIVIDADE REAL NAS  ASSOCIAÇÕES  E O GOVERNO  DEVE  DESTRINÇAR  CLARAMENTE  ESTAS  LINHAS   E  ORIENTAR  AS  ASSOCIAÇÕES  NESTE  SENTIDO .
HÁ  ASSOCIAÇÕES  QUE DIZEM TER  CENTENAS  E  MILHARES  DE  SÓCIOS .
NA HUÍLA ,   HÁ POUCO TEMPO ,  FOI SOLICITADA À DIRECÇÃO PROVINCIAL DA INDUSTRIA  ,  UMA LISTA  DAS  EMPRESAS  MAIS ORGANIZADAS  E   COM SUAS  OBRIGAÇÕES  PERANTE O  ESTADO  CUMPRIDAS .
A INDUSTRIA  PROVINCIAL DA  HUÍLA  NÃO CONSEGUIU APRESENTAR MAIS  DE  10  EMPRESAS  INDUSTRIAIS  CUMPRIDORAS E  SUSTENTÁVEIS .
NO LUBANGO ,  POR  EXEMPLO ,    UMA PARTE DO COMÉRCIO  EM  PEQUENAS  LOJAS  ESTÃO NAS MÃOS  DOS  CHINESES  , LIBANESES  , INDIANOS  ,NIGERIANOS  ,  ETC  E  MUITAS DESSAS  EMPRESAS  NÃO  ESTÃO  DEVIDAMENTE REGULARIZADAS  PERANTE O ESTADO  NEM PERANTE  A  SOCIEDADE  CIVIL  E  SEQUER  EMITEM  NOTAS  FISCAIS  LEGAIS  NEM   FAZEM PARTE  DAS  ASSOCIAÇÕES  PROVINCIAIS ,     O QUE  DEVERIA  SER  OBRIGATÓRIO .
TODAS  AS  EMPRESAS  DEVERIAM FAZER PARTE DE UMA  ASSOCIAÇÃO QUE AS REPRESENTE  PARA  EFEITOS LEGAIS   POIS MAIS FACILMENTE O GOVERNO PODERIA  DAR  ORIENTAÇÕES   E  FAZÊ-LAS  CUMPRIR COM SUAS  OBRIGAÇÕES  LEGAIS  MAS  SEM O GOVERNO  INTERVIR  OU  ATRAPALHAR  SEU  FUNCIONAMENTO COMO  ASSOCIAÇÕES  LIVRES NUMA  ECONOMIA  DE  MERCADO  .
DENTRO DE CADA  ASSOCIAÇÃO  ,  QUAIS  AS  EMPRESAS  QUE  ESTÃO  DEVIDAMENTE  LEGAIS  ?
SE  AS  EMPRESAS NÃO ESTÃO  DEVIDAMENTE LEGALIZADAS  E  NÃO SÃO CUMPRIDORAS  DE  SUAS  OBRIGAÇÕES PERANTE O ESTADO E PERANTE  A  SOCIEDADE  CIVIL    ,  PODEM  ELAS TER   O  DIREITO  A  SE  CANDIDATAREM ,  POR  EXEMPLO ,    AO ACESSO  A   DIVISAS  PARA IMPORTAÇÃO DE MATÉRIAS.  PRIMAS ?
PODEM  ELAS  CANDIDATAREM-SE A OBRAS  E  SERVIÇOS  PRIVADOS  OU  ESTATAIS  SEM  ESTAREM DEVIDAMENTE  LEGALIZADAS E  SEREM  CUMPRIDORAS ?
É IMPORTANTE  SEPARAR-SE  O TRIGO DO JOIO  E  O GOVERNO  PODE  TER  UMA  INTERVENÇÃO  NA  REGULARIZAÇÃO  DESTE IMPORTANTE  ASSUNTO   SEM  NO ENTANTO  CRIAR  OBSTÁCULOS  BUROCRÁTICOS DESNECESSÁRIOS   ÀS   EMPRESAS  OU  ASSOCIAÇÕES  POIS ESTAMOS NUMA  ECONOMIA DE MERCADO  .
FAZER CUMPRIR REGRAS  NÃO É  OBSTACULARIZAR O BOM  FUNCIONAMENTO  ECONÓMICO DO PAÍS  MAS  SIM     ORDENAR  A  ECONOMIA  DE  MANEIRA  SUSTENTÁVEL     E PROTEGER  OS  CIDADÃOS .
MUITAS  ASSOCIAÇÕES  MISTURAM  NO MESMO SACO    FARINHAS COM MELHOR  QUALIDADE  E  FARINHAS  SEM  QUALIDADE     E  ISTO CERTAMENTE NÃO VALORIZA  NEM MOTIVA  AS  EMPRESAS   MELHORES  E  CUMPRIDORAS  DE  SUAS  OBRIGAÇÕES PERANTE O  ESTADO  E  PERANTE  A  SOCIEDADE  .
COMO RESULTADO DISSO  ,  AS  MELHORES  EMPRESAS  EVITAM  ESSAS  ASSOCIAÇÕES E PREFEREM  ANDAR SOZINHAS  POIS  CORREM MENOS  RISCOS .

UMA  EMPRESA  LEGAL  E   CUMPRIDORA  DE  SUAS  OBRIGAÇÕES   NÃO SE  SENTE  MOTIVADA  AO SENTAR  À MESMA  MESA  COM  EMPRESAS  NÃO  CUMPRIDORAS  DE  SUAS    OBRIGAÇÕES POIS  SEUS  INTERESSES  NÃO  SÃO  OS  MESMOS .
UMA  EMPRESA   CUMPRIDORA  E  SUSTENTÁVEL  PRIMA POR SER  MODELO  E  SEU  FOCO  É UM DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO  ,  AMBIENTAL  E  SOCIAL  SUSTENTÁVEL ..
É MUITO  IMPORTANTE  QUE O GOVERNO CRIE E  FISCALIZE  ALGUMAS  REGRAS   DE  ORIENTAÇÃO  DAS   ASSOCIAÇÕES  EMPRESARIAIS     PARA  QUE  ESTAS  SEJAM REALMENTE REPRESENTATIVAS .
A  “AIA”  É REPRESENTATIVA ?
A  “AIA”  COSTUMA  A  TER  OPINIÕES  BEM FUNDAMENTADAS    MAS   TEM REPRESENTATIVIDADE  REAL  E  LEGAL ? .
A  “APCIL”  TEM REPRESENTATIVIDADE  REAL ?

AS OPINIÕES  DA  “AAPCIL”  REPRESENTAM O PENSAMENTO  DE CADA UM DOS  SEUS  SÓCIOS ? 
CADA  SÓCIO DA  “AAPCIL”  E  DA  “AIA”   REVÊEM-SE  NAS  OPINIÕES  DESTAS  ASSOCIAÇÕES ?
ANTES  DE  EMITIREM    PARECERES ,  ESTAS  ASSOCIAÇÕES  ESCUTAM REALMENTE    O QUE PENSA  CADA UM  DE  SEUS  SÓCIOS ?
OS  SÓCIOS  DAS  ASSOCIAÇÕES   REPRESENTAM   REALMENTE  AS  MELHORES  EMPRESAS ,  AS MAIS  ORGANIZADAS  E  AS MAIS  CUMPRIDORAS ?
O QUE  FAZEM  AS  ASSOCIAÇÕES  PARA  MELHORAR  A  QUALIDADE DAS  EMPRESAS  ?
OFERECEM  FORMAÇÃO ?  
NA  FORMAÇÃO  DE  NOVAS  EMPRESAS  ,  AS  ASSOCIAÇÕES  TÊM  COMO PADRÃO E  FOCO    AS  MELHORES  EMPRESAS ?   
CITAM  ESTAS  COMO  EXEMPLOS    E  MODELOS ?
SE  AS  ASSOCIAÇÕES  NÃO REPRESENTAM  AS  MELHORES  EMPRESAS  E NÃO TÊM  ESTAS  EMPRESAS  COMO  REFERÊNCIA  PARA  SEUS  ASSOCIADOS  ,  QUAL O SEU PAPEL  NA  SOCIEDADE  CIVIL  E  INSTITUCIONAL ?  
PROPÕE-SE  QUE  HAJA  A  NÍVEL  NACIONAL  UMA REFLEXÃO MAIS PROFUNDA  SOBRE  O VALOR   E  REPRESENTATIVIDADE DAS  ASSOCIAÇÕES   E ESTAS   SEJAM  ORIENTADAS  PARA RAPIDAMENTE  APRESENTAREM  UMA  LISTA  DE  SÓCIOS LEGAIS E LEGÍTIMOS  DEVIDAMENTE  CUMPRIDORES PERANTE O ESTADO  E  PERANTE  A  SOCIEDADE  CIVIL  .
NUMA REFLEXÃO  A  NÍVEL  NACIONAL  ,  É IMPORTANTE  ESCUTAR  A  SOCIEDADE  CIVIL ,  ESCUTAR  OS  CIDADÃOS  QUE TENHAM  REALMENTE  SUCESSO  EMPRESARIAL ,  ESCUTAR   OS   REPRESENTANTES  DAS  MELHORES  EMPRESAS    PARA  QUE  AS  OPINIÕES  TENHAM  RESPALDO  CALCADO NO  CONHECIMENTO  REAL EMPRESARIAL ..
O SUCESSO DAS   ASSOCIAÇÕES  IMPLICA  NO SUCESSO DAS  EMPRESAS  QUE  REALMENTE  REPRESENTAM  .
O SUCESSO  DO GOVERNO IMPLICAS  NO SUCESSO  DE  SEUS  CIDADÃOS .
VALDEMAR F.RIBEIRO

16/11/2017

O Estado da Nação após 2 anos de Governo das esquerdas



Rogério Pires 
A geringonça faz 2 anos de governo e, importa fazer o Balanço, comparando o ponto de partida com a atual situação. Em 2015 a economia crescia 1,8%, agora espera-se que em 2017 cresça à volta de 2,6%, o que é razoável, mas não assim tão bom, atendendo a que beneficiamos de uma conjuntura altamente favorável, com baixas taxas de juro, baixo preço do petróleo, o turismo em alta, mercê de desvio de turistas de zonas tradicionais que estão envolvidas em graves problemas de segurança. Agrava a situação pelo facto de não ser sustentável, e, estar já em desaceleração prevendo-se que já em 2018 fiquemos novamente a divergir da Europa, ficando mesmo com apenas 5 países piores que Portugal, numa Europa a 28, cenário  que se manterá em 2019. A taxa de desemprego tem vindo a descer sustentadamente, fruto das reformas efetuadas pelo anterior governo e do crescimento em alta do turismo. Mas para que se avalia melhor, o INE divulgou que em 2017 (até Setembro) criaram-se 159 mil postos de trabalho dos quais 79 mil para trabalhadores até ao ensino básico, 87 mil para trabalhadores com ensino secundário. Já o número de postos de trabalho para licenciados CAIU 6 mil. Afinal onde estão os empregos de base tecnológica, as startup´s e os milhões da propaganda, resultantes da Web Summit de 2016 ?  O desemprego de licenciados diminuiu, havendo menos 17 mil licenciados desempregados do que em Dez 2016, mas menos 27 mil na população ativa nesta data, ou seja temos menos 10 mil licenciados empregados. Inevitável a conclusão: IMIGRARAM. Concluindo, este não é o emprego que o país precisa. Agora analisemos a dívida pública. Em Nov 2015 este governo herdava uma dívida de cerca de 231 mil milhões, está agora em cerca de 250 mil milhões, o que se compreende mal, com deficit´s baixos como os que apresenta Centeno. Mas como se chega lá ? Aprovando os Orçamentos, já prevendo que serão feitas cativações que depois se transformam em verdadeiros cortes cegos, porque atingem quase tudo desde a Saúde à Segurança passando pela Educação e todo o funcionamento dos Serviços Públicos, com as consequências que se conhecem, nos incêndios, no SNS com divida acumulada de mais de 2 mil milhões, com listas de espera para cirurgias deixando morrer doentes por não serem operados em tempo útil. Para que se tenha a ideia exata da dimensão das cativações o OE de 2018 prevendo um deficit de 1% ou seja 2.034 milhões, prevê cativações que mais uma vez serão transformados em cortes de 1.776 milhões (Em 2015 foram de 554 milhões). Em Nov 2015 Portugal estava livre dos prejuízos por ter sido ou privatizadas ou concessionadas empresas como a TAP, a Carris, os STCP, a Metro de Lisboa e do Porto que este governo reverteu, de modo  que os prejuízos voltem a ser pagos pelos contribuintes. Para satisfazer os parceiros de coligação BE e PCP o PS devolveu rendimentos curiosamente os que o mesmo PS havia cortado em 2010, e, aumentou algumas prestações sociais e pensões para agradar aos parceiros e aos beneficiários dessas reposições e aumentos que não se contestam pela justeza, mas que se duvida do ritmo a que estão a ser feitas, e da forma como o estão a ser, isto é à custa de todos os contribuintes, castigados com impostos indiretos,  forma ardilosa para passar mais facilmente aos  distraídos. Temos assim um OE em que Receita e Despesa estrutural sobem, uma divida gigantesca que não é estancada, aliás um dos objetivos do governo entre outros para ter assumido o poder e não cumprido, o que nos torna mais vulneráveis quando a crise chegar pois dado que é cíclica, a teremos mais tarde ou mais cedo. Aí as receitas caem com a crise, o desemprego avança novamente, os receios de mercados e investidores regressam e a despesa por força dessa mesma crise sobe sem controlo, nas prestações socias incluindo o subsidio de desemprego e os encargos com a divida enorme crescem comprometendo as contas públicas. As necessidades anuais de financiamento para rodar a dívida são enormes e com esse cenário, obviamente,  as dificuldades surgem, quer quanto ao volume necessário, quer quanto a taxas que nessa conjuntura se agravam substancialmente, dificultando a gestão e podendo de novo pô-la em risco a ponto de novo resgate. As empresas completamente esquecidas e mais que suspendendo a reforma do IRC iniciada pelo anterior governo, até aprovada também pelo PS,  são confrontadas agora com agravamentos da sua tributação, ao arrepio do que deveria ser a atitude do governo, e foi um dos pilares de sucesso da Irlanda, a crescer a ritmos acima de 7%
Que ganhou então o país  nestes dois anos ? Uns quantos portugueses, basicamente funcionários públicos, viram os seus rendimentos repostos, por ironia dos destino por aqueles que lhos haviam cortado. Algumas benesses aqui e ali. Os portugueses castigados com impostos indiretos para sustentar essas reposições e muitos piores que em 2015 pois como se sabe os cortes só atingiam ordenados acima de 1.500 euros e portanto os que ganham menos nada receberam e como cerca de 50% dos contribuintes não pagam IRS,  pagam os impostos indiretos criados para tapar o buraco orçamental das reposições ficaram piores, pois nada receberam e pagam mais. São portanto muito mais os portugueses que estão piores que aqueles que beneficiaram. Tudo isto não parece real, tendo em conta a euforia e otimismo reinantes, com índices de confiança dos consumidores em alta, contrastando como o numero de famílias endividadas que recorrem à DECO que anuncia ser o ano de 2017 novo recorde de entrada de pedidos de ajuda. A confirmar algumas destas coisas o Ministro da Saúde diz que é um país pobre de gente velha e doente e muitas entregues a si próprias.  Retrato de um governante, que nos faz pensar muito. Distribuir seguindo a lógica de primeiro criar a riqueza, equilibrar as contas, criar as folgas que nos permitam encarar as crises com alguma tranquilidade e então depois sim distribuir alguma dessa riqueza é o caminho seguro. Não é esse o caminho que este governo trilha e as consequências veremos num futuro mais ou menos próximo, de acordo com a conjuntura internacional. Os grande ganhadores foram em 1º lugar António Costa que evitou a sua morte politica, o PCP que com a reversões recuperou a influência sindical no setor dos transportes e o BE que pode influenciar a governação e agradar à sua clientela partidária.  
Portugal perdeu 112 pessoas vitimas dos incêndios também para além de outras razões por força dos apertos orçamentais e está a braços com um surto de Legionella  que vitimou já mais 5 portugueses e atingiu 53 pessoas, fruto dos mesmos cortes cegos, milhares de hectares de floresta ardida, e centenas de casas e empresas, engolidas pelas chamas. Dois anos pois, de governo das esquerdas, com um triste balanço que nos torna mais pobres, e menos preparados para o futuro.
Fontes: BP, INE.   


15/11/2017

ANGOLA - PROPOSTAS ECONÓMICAS PARA UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO




PRIMEIRA  PROPOSTA  :   


SERIA  FORMADA EM CADA PROVÍNCIA  UMA  COMISSÃO PROVINCIAL , SUBORDINADA A  UMA  COMISSÃO NACIONAL  ,   COM A PARTICIPAÇÃO DA   “AGT” ,  DO  "MAPESS”  ,  DA  INDUSTRIA   E DO  COMERCIO E  TALVEZ UM  REPRESENTANTE  DA  “AIA”  COMO  FISCAL  ,    COM  PROFISSIONAIS  TECNICAMENTE  COMPETENTES   CAPAZES  DE  UMA  AVALIAÇÃO TÉCNICA  JUSTA  E  EXATA   E  QUE  POSSAM  FAZER UMA  SELEÇÃO  DAS  EMPRESAS CUMPRIDORAS  DE   SUAS  OBRIGAÇÕES  INSTITUCIONAIS  E  ASSIM POSSAM TER  ACESSO  CORRECTO   E  NORMAL   ÀS  DIVISAS .
É IMPORTANTE  ALERTAR  QUE NÃO SERIA  MAIS UMA  COMISSÃO  BUROCRÁTICA GOVERNAMENTAL  MAS  SIM  UMA  COMISSÃO TÉCNICA PROFISSIONAL  ,  ESCLARECIDA  E  DESBUROCRATIZADA QUE TENHA  EXPERIÊNCIA  ECONÓMICA  SOBRE  UM    DESENVOLVIMENTO SUSTENTADO   .
ESTA  COMISSÃO  DE  SELEÇÃO DEVE PROCEDER  DA  SEGUINTE  FORMA :

01 -       CADA  EMPRESA  DEVE  APRESENTAR  OS  DOCUMENTOS  DE  SEU ÚLTIMO IMPOSTO MENSAL PAGO  E  EM  DIA ,  “IPC”  ,  “IS” ,  “IRT” .
A  “AGT”  DEVE   ANALISAR SE ESTES  IMPOSTOS REFLETEM  COM   LÓGICA E  CLAREZA   OS  MESES  ANTERIORES  R DAR UM PARECER POSITIVO OU NEGATIVO PARA PARA QUE  ESTAS  EMPRESAS   SEJAM  CANDIDATAS OU NÃO    AO ACESSO  ÀS  DIVISAS .
ESTES  IMPOSTOS  DE CADA UMA DAS  EMPRESAS  QUE  NECESSITAM  DE  DIVISAS  TÊM DE  REFLETIR COM   LÓGICA  NÃO  SÓ O  ULTIMO MÊS  MAS  TAMBÉM OS  MESES  ANTERIORES  PARA  SEREM VALIDADOS PELA  “AGT” PROVINCIAL OU  SEJA  TÊM  DE REFLETIR A  REALIDADE .
TENDO COMO BASE  O IMPOSTO DE  SELO  E   O IMPOSTO DE  CONSUMO  PAGOS MENSALMENTE ,  É POSSÍVEL  DETERMINAR  QUAIS  AS  NECESSIDADES  MENSAIS REGULARES   DE  DIVISAS  PARA  CADA UMA  DAS  EMPRESAS  INDUSTRIAIS OU  COMERCIAIS . 
02 -       APÓS ESTA  TRIAGEM   E  SELEÇÃO  DAS  EMPRESAS    ,  O  “MAPESS”  DEVERIA DAR UM PARECER  SE  ESTAS  EMPRESAS SELECIONADAS  PELA  “AGT”   TÊM  SEUS  SALÁRIOS  EM DIA ,  SE  SÃO TOTALMENTE  CUMPRIDORAS  COM O “MAPESS” ,  SE  TÊM  SEUS  SEGUROS  COM OS  TRABALHADORES  EM  DIA  ,  SE  TÊM OS MAPAS  DE  FUNCIONÁRIOS  CORRECTOS  E  COM OS IMPOSTOS  DE TRABALHO  TODOS  EM  DIA E SE  CUMPREM COM  A  TABELA  DE  SALÁRIOS MÍNIMOS.

O   ”MAPESS” DARIA UM PARECER  POSITIVO OU NEGATIVO  A  CADA UMA  DAS  EMPRESAS .

03 -        APÓS ESTAS  DUAS  TRIAGENS   ,  O MINISTÉRIO DA INDUSTRIA  OU DO COMÉRCIO  DARIAM UM PARECER  SE  O  ALVARÁ  INDUSTRIAL OU COMERCIAL  DE CADA UMA  DESTAS  EMPRESAS  ESTÁ  DEVIDAMENTE LEGALIZADO E  CORRECTO  OU  SE  SÃO  PROPRIEDADE  DE  TERCEIROS E  ESTÃO  DEVIDAMENTE  EMITIDOS .
04 -       O GOVERNO  TAMBÉM  DEVERÁ  EXIGIR QUE  CADA UMA DAS  EMPRESAS   SELECIONADAS   E  CANDIDATAS  AO  ACESSO ÀS  DIVISAS   REGULARMENTE   TENHAM  SUA   CONTABILIDADE  ORGANIZADA  E  FECHADA  MENSALMENTE  E  ANUALMENTE  CASO TENHAM  MAIS  DE   1  ANO .


COM ESTAS  QUATRO PREMISSAS  POSITIVAS ,  AS  EMPRESAS   TERIAM  ACESSO  NORMAL ÀS  DIVISAS  E  CERTAMENTE  AS  DIVISAS QUE O PAÍS  CONSEGUE  DISPONIBILIZAR  CHEGARIAM  PARA  SATISFAZER  AS  EMPRESAS LEGAIS  .
AS  EMPRESAS  QUE NÃO SE  ENQUADRAREM NESTA LEGALIDADE ,  PARA TER OS MESMOS  DIREITOS  TERIAM  DE  SE  ORGANIZAR  E  CUMPRIR  COM AS REGRAS  INSTITUCIONAIS .
AS  EMPRESAS  QUE   ESTÃO   A  DECLARAR SEUS  IMPOSTOS  DE  FORMA  INCORRECTA  E COM  FUGAS AO FISCO   ,  CERTAMENTE  TERIAM UM MAIOR INTERESSE  EM  COMEÇAR  A  DECLARAR  SEUS IMPOSTOS  REAIS   POIS  ISSO LHES DARIA  UM  BENEFICIO MAIOR   E   ACESSO ÀS  DIVISAS .
O PAÍS FORMAL  GANHARIA MUITO INSTITUCIONALMENTE E  EM PRESTIGIO  NACIONAL  E  INTERNACIONAL  .

SEGUNDA  PROPOSTA  ECONÓMICA  :

O NOVO  GOVERNO ANGOLANO  LIDERADO PELO GENERAL JOÃO LOURENÇO     DECLAROU NA FASE  DE  CAMPANHA  QUE  IRIA AGIR   PARA QUE OS  ANGOLANOS MAIS  RICOS  QUE POSSUEM  CAPITAIS  NO  EXTERIOR  REGRESSEM  COM ESSES CAPITAIS  A  ANGOLA .
É PÚBLICA  A  LISTA DOS  ANGOLANOS  MAIS RICOS  E  CUJOS CAPITAIS  ESTÃO NO  EXTERIOR DO PAÍS  E  É PUBLICA  ATÉ  A  MAIORIA  DESSES  VALORES .
ANGOLA  APÓS  A  INDEPENDÊNCIA  NÃO TINHA  ANGOLANOS  HERDEIROS  RICOS  LOGO  ESSES CAPITAIS NO  EXTERIOR  FORAM  OBTIDOS  DE FORMA  A  LEVANTAREM    SUSPEITAS  MAS O  GOVERNO  DIZ  QUE  DESDE QUE  CUMPRAM  COM AS  NOVAS  REGRAS  E PAGUEM IMPOSTOS  ,  ESSES  CAPITAIS PODEM SER LEGALIZADOS  DESDE QUE REGRESSEM   POIS  ASSIM  ESTARIAM  A  REFINANCIAR  O PAÍS  .
CERTAMENTE  ,    NENHUM  DESSES  ANGOLANOS  MAIS  RICOS  ESTARÁ  INTERESSADO  EM  RETORNAR  SEUS  CAPITAIS   PARA TRANSFORMÁ-LOS  SIMPLESMENTE  EM  KWANZAS  E  SEREM DEPOSITADOS À PRAZO NUM  BANCO  QUALQUER  .
O  GOVERNO  SÓ PODE  GERAR   O RETORNO  DOS CAPITAIS  NO  EXTERIOR   DOS  ANGOLANOS MAIS  RICOS   SE  ESTES  TIVEREM  A  OPORTUNIDADE  DE  INVESTIR  EM  ANGOLA  EM  EMPRESAS  QUE  SEJAM  ATRACTIVAS  E  SUSTENTÁVEIS   POIS É  A  ÚNICA  MANEIRA  DESSES  CAPITAIS  SE  TORNAREM    RENTÁVEIS .
EM  ANGOLA  EXISTE UM LISTA  DENOMINADA “CIRC”  EMITIDA  PELO BANCO  BNA   A  PARTIR DAS  INSTITUIÇÕES  BANCÁRIAS .
ESSA LISTA  INFORMA  PUBLICAMENTE  QUAIS   AS  EMPRESAS  DEVEDORAS OU  NÃO  QUE  TIVERAM  ACESSO  A  CRÉDITOS  BANCÁRIOS .

A PARTIR  DA LISTA  DE  EMPRESAS SELECIONADAS  PELA  PRIMEIRA  PROPOSTA E  COM O AVAL DA  “AGT ,  DO “MAPESS”  E  DA  INDUSTRIA  OU  COMERCIO      E  CASO  ESTAS  EMPRESAS  DESEJEM PARTICIPAR TAMBÉM  E  ESTEJAM DISPONÍVEIS PARA  FORNECER  INFORMAÇÕES RELEVANTES   MENSALMENTE ,        O 

BANCO  NACIONAL  PODERIA  CRIAR UMA OUTRA LISTA ATUALIZADA PERMANENTEMENTE   DE  “EMPRESAS  SUSTENTÁVEIS”   QUE  ESTEJAM A  CUMPRIR  COM TODOS OS REQUISITOS INSTITUCIONAIS  E  SEJAM  SUSTENTÁVEIS E  RENTÁVEIS   ECONÓMICA  ,  AMBIENTAL  E  SOCIALMENTE  .

ESSAS  EMPRESAS  SERIAM  ENQUADRADAS  DENTRO DA  INDUSTRIA  OU DO COMERCIO  E  POR RAMOS  DE  ATIVIDADES DE MODO A  SER  DEVIDAMENTE  E  FACILMENTE  IDENTIFICADAS .
COM ESSA LISTA PUBLICA   REAL  E  CORRECTA  ,  SEM  MALABARISMOS  E  INFORMAÇÕES  FICTÌCIAS   , AONDE  CONSTEM   AS  EMPRESAS  MAIS  VIÁVEIS  E  SUSTENTÁVEIS  ,  CUMPRIDORAS  DE  SUAS  OBRIGAÇÕES  INSTITUCIONAIS ,    OS  ANGOLANOS MAIS  RICOS  PODERIAM  ENTÃO  IDENTIFICAR  ÁREAS  E EMPRESAS   AONDE  POSSAM FAZER  INVESTIMENTOS   COM O SEU  CAPITAL  RETORNADO  E  SEM  CORREREM MUITOS  RISCOS  NAS  ESCOLHAS E  DECISÕES  .
TALVEZ  ASSIM  O  GOVERNO  ,    IMPONDO REGRAS PARA  ATRAIR O RETORNO DOS CAPITAIS   E  ESTES  CAPITAIS PODENDO SER INVESTIDOS  SEM  GRANDES  RISCOS  EM  EMPRESAS  SUSTENTÁVEIS  E  FIÁVEIS  ,   POSSA  TER  SUCESSO  NESTE  EMPREENDIMENTO  MUITO IMPORTANTE  PARA  O PAIS .
ESTAS  SÃO  AS  NOSSAS  DUAS  PROPOSTAS  QUE  ESPERAMOS VENHAM  A  CONTRIBUIR  PARA O  SUCESSO  DESTE NOSSO NOVO GOVERNO   ELEITO DEMOCRATICAMENTE ,  EM PROL DA  ECONOMIA  ANGOLANA    E   CONSIGA  SER UM ORGULHO  PARA NÓS  CIDADÃOS  QUE  VOTAMOS  NELE.
DESEJAMOS   DO MAIS PROFUNDO  DE  NOSSO CORAÇÃO  E  MENTE  QUE  ESTE GOVERNO TENHA  O MAIOR SUCESSO  E  POSSA  SER UM EXEMPLO  EM  ÁFRICA  E NA REGIÃO DA “SADC” .
O SUCESSO DO GOVERNO  SERÁ O SUCESSO DOS  ANGOLANOS .

.
           

               VALDEMAR  FERREIRA  RIBEIRO
ADMINISTRADOR      
                    ECONOMISTA
                              AMBIENTALISTA
                                 PROFESSOR


 LUBANGO ,  22   DE   OUTUBRO   DE  2017 . 

14/11/2017

Opinião de Joaquim Jorge no jornal Tornado


por Joaquim Jorge, em Vila Nova de Gaia - Aprecio de sobremaneira Teodora Cardoso, presidente do Conselho Superior que é o órgão máximo do Conselho das Finanças Públicas. Mulher séria, impoluta e independente.
JORNALTORNADO.PT

Entre a renovação e a inovação !




António Fernandes 
Até pode parecer a mesma coisa, mas... não é.
E não é porque a renovação de matéria viva é um exercício complementar de tentar aligeirar o que é complexo. É tentar mudar através da renovação das mentalidades, um conjunto de valores que compões o "histórico" da memória individual e coletiva social. E que estes valores dêem lugar a outros valores que não podem colidir com o "histórico" referido. Como que, da anexação de um "upgrade" se trate. Sabendo nós que um "upgrade" é algo que se acrescenta. Que completa.
Ora, renovar, não é propriamente um acrescento. Nem sequer um complemento. Nem tão pouco um remendo.
Renovar é mudar. É tentar limpar tudo o que está para trás para renascer de umas cinzas quaisquer. É decepar uma árvore e esperar que ela rebente de novo. Que do seu cepo surjam novos rebentos. Simplesmente, a raiz a que se agarra, será a mesma a que, a anteriormente decepada já tinha.
Torna-se por isso difícil um qualquer processo de renovação propriamente dita. Embora essa renovação seja exequível. Como o tem mostrado todo o processo Histórico até ao pressente.
Presume-se por isso haver uma contradição discursiva. O que não é o caso. O que acontece é haver no Ser Humano uma condição seletiva da memória. Memória essa que guarda e transmite o seu saber de acordo com o motivo, o momento, o interesse ou outro fator de relevo para a mesma.
Criam-se assim ciclos de vida interligados mas com dinâmicas diferentes e conteúdos diferentes também. A geração seguinte apreende uma outra visão das coisas face a novas realidades provocadas por mudanças permanentes nos domínios da relatividade dessas mesmas coisas e que se prendem com o quotidiano.
Não há, por essa via, uma renovação efetiva o que há é a mudança do, ou de, indivíduo, num contexto de mudança generalizado e por isso de mudanças profundas nos conceitos das sociedades no tempo em que ocorrem.
Por seu lado, a inovação, tem como condição a criatividade. A ideia. O corpo. A forma.
Que curiosamente também traz um histórico de experimentalismo variado associado. Pode inclusivamente ter um processo de mutação similar a outros.
No entanto, difere no conteúdo.
A renovação mantém o conteúdo, a que dá forma diferente, renovando-o.
A inovação retira  o conteúdo, para criar um novo conteúdo.
No essencial diferem na matéria orgânica. Num caso há vida. Noutro caso, não.
Esta condicionante, a da vida, é a "pedra filosofal" em que assenta a diferença entre a inovação tecnológica e a renovação das sociedades de forma a que se complementem no âmbito da oferta dos serviços que proporcionam - a inovação - e do consumo que procuram - a renovação.
São duas "forças" paralelas com andamentos diferentes. No tempo, na aceitação e na compatibilidade.
Enquanto que do lado da renovação existe um pendor conservador de hábitos, usos e costumes, e de tradiçao também, no sentido de apego à memória transitada.
Do lado da inovação essa questão não se coloca. A questão que se coloca é a da criação de alterações aos hábitos, usos e costumes, de forma a originar a necessidade ajustando-a ao consumo.
Acresce aqui diferença substancial. A da memória que se aloja em função de um quotidiano vivenciado. E a da memória que se aloja em "pacotes" instantâneos.
A memória dinâmica e a memória estática. A memória Humana e a memória trabalhada pelos Humanos e alojada por estes num qualquer equipamento com função específica.
Importa por isso apurar se renovar através da inovação, ou inovar através da renovação, não assume figura de binómio porque há os lados positivo e negativo em ambas as conjunturas que só se completam por necessidade.
Enquanto que o fio condutor de energia os separa na condução - o positivo do negativo - , e os une na ponta terminal para proporcionar a energia elétrica.
É "nessa ponta" terminal que se afere uma crescente dependência do Homem para com a máquina em todos os domínios sendo o de maior enfoque mediático o da dependência dos sistemas informáticos. Seja no tratamento dos dados alojados em plataformas informáticas de serviços diversos propiciadores de comodidade funcional tanto para o fornecedor como para o cliente. Como na dependência da recolha de informação diversificada, de entretenimento, e de outras.

Desafia-se por isso a comunidade científica a ponderar seriamente sobre quais as vertentes que estão a conduzir com celeridade assustadora aos desequilíbrios das sociedades do presente, em que as soluções da massificação do ensino superior, a saturação dos mercados de emprego, a desvalorização da componente cultural a favor da componente técnica não são solução e estão a penalizar os alunos e o País.
Havendo matérias de foco relevante para um contributo mais assertivo em domínios do foro filosófico e científico que preserve a vida e as pessoas.

13/11/2017

Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto


Não é correcto atirar as culpas para o anterior governo. Haveria sempre a hipótese de não autorizar, não era obrigatório autorizar.
António Costa tem tido um desempenho positivo e conseguido coisas impensáveis, mas às vezes fica atónito e reage sem nexo.
Em Portugal quem manda tem que saber o que quer, às vezes, parece que não sabe o que quer.